segunda-feira, maio 09, 2011

FB T

Eu: Eu devo ter lido meio dúzia de linhas do Kant. O que disse é inteiramente pessoal. Eu não gostava de ser ajudado para depois me lançarem isso à cara. Como também nunca ajudaria para depois me valer disso. Acho mesquinho e redutor. Neste caso, muito especial, não nos cabe a nós, na posição de potenciais ajudados, estarmos com tretas. Cabe-nos dialogar, mostrar que pagamos, demonstrar por A + B que chegamos ao destino. Importa a elevação muito mais do que a altura

Zé das Couves:
Li acima que o Eu se gaba de ter lido Kant 1/2 duzia de vezes. "Eu devo ter lido meio dúzia de linhas do Kant". Segundo as minhas fontes, Kant só entendeiu o que escreveu depois de ler a tradução em Inglês.
Qual foi a versão que leste .... ó Eu?

Zé das Couves:
Acho que o Manel Alberto leu mais linhas e mais vezes.

Tenho muitos defeitos.
Muitos.
Mais do que consigo enumerar.

Mas não me gabo. Pura e simplesmente, não me gabo. Porque não tenho razões. Porque, tão cedo, não as irei ter.

O que faz este cavalheiro pensar que eu me gabo? Acaso isso emana do que escrevi?

Verdade seja dita, adoro que me lancem à cara aquilo que sou e fiz. É certinho que não volto a repetir a merda.

Outra coisa, que me deixa positivamente fornecido, é imputarem-me coisas que não disse e dizer que sou aquilo que nunca fui.

Moral disto tudo: é segunda, isto já não estava grande coisa e agora tenho instintos homicidas