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domingo, dezembro 05, 2010

Top Series: 1.º Lugar



Em 1.º Lugar está a série House M.D.

Acho que mais ninguém colocaria esta série neste lugar. Eu coloco, pronto.
Esta série prendeu-me. Religiosamente, sento-me em frente à TV quando ela é transmitida.
Porquê? Pois. Gosto dos termos técnicos, dos raciocínios em cadeia, dos diálogos, dos dramas pessoais das personagens e do elenco. Nada falhou. Nesta 7ª temporada que está a ser emitida pela Fox, em Portugal, está normalizada uma situação que durou vários episódios. O problema da droga, da falta de amor, dos conflitos, do brilhantismo em situações de pressão...tudo voou. Resta saber o que vai acontecer. E isto é um ponto a favor. Muito a favor. Cá para mim, o médico vai quinar. Mas já fui muitas vezes supreendido.

sábado, dezembro 04, 2010

Top Series: 2.º Lugar


Em 2.º Lugar está a série Nip/Tuck.

Estou perfeitamente ciente da subjectividade da escolha. Nunca vi série tão pouco consensual. Na realidade, para ser sincero, devia pô-la empata com aquela que estará, amanhã, em primeiro lugar. É que gosto mesmo dela.

Trata-se, a meu ver, de uma óbvia hiperbole e de uma caricatura. Ninguém assim, nem aquelas situações existem...mas quase. Nada é previsível, ninguém tem uma qualidade que se veja e todos caminham inevitavelmente para o erro e miséria. Ninguém está feliz. Quando está, deixa de estar.

Para os que nunca viram, trata-se do retracto da vida de dois cirurgiões plásticos, um deles casado e pai de família e outro um boémio, seguidor do carpe diem. Este é o ponto de partida. A vida deles, por si daria história. Imagine-se quando entram novas personagens ainda piores que as existentes e residentes.

Actualmente, acompanho a última temporada. Está em grande nível.

Deixa saudades.

sexta-feira, dezembro 03, 2010

Top Séries: 3.º Lugar


Em 3.º Lugar está a série Seinfeld.

Trata-se, de facto, de uma obra prima. Nada falhou. Grande elenco, grandes diálogos, cenas de fazer chorar a rir e um conceito que agradava as massas. Ainda assim, a série não foi consensual...o que só reforça o facto de ser fenomenal.

Teve tudo a seu favor. Em vez de estar para aqui a tecer grandes considerandos, chamo a atenção para o último episódio. Está extraordinário. Se há problema com o qual todas as grandes séries têm de lidar esse problema é o seu final. Pensemos, assim de repente, no Lost (por acaso, até não desgostei, mas o facto é que ficou aquém do esperado), que imediatamente constatamos o busilis da questão. O Seinfeld teve o seu final perfeito. Se virmos, até nem podia ser de outra maneira. Mas só ele se lembrou daquilo. Só ele.

quinta-feira, dezembro 02, 2010

Top Séries: 4.º Lugar


Em 4.º lugar está a série Missão Impossível.

Digamos que, a partir do 4.º lugar, todas as que vêm a seguir podiam estar em 1.º. Esta sobretudo.
Naturalmente, ainda não tinha nascido quando a série se estreou no ecrã da RTP. Vi-a, somente, muitos anos mais tarde. Que me lembre, foi transmitida na RTP2, à tarde.
Nada aqui falhou. Desde o elenco, recheado de "monstros sagrados", às "missões", genialmente pensadas e magistralmente executadas, tudo impressionava à séria.
Para um puto (que efectivamente era quando via a série), realçava todo aquele aparato das máscaras, em que um personagem se transformava noutro e mantinha o público completamente enganado.

Para sempre me hei de recordar daquela frase que abria o episódio em circunstâncias contigentes: "Bom dia Mr. Phelps, a sua missão, caso a aceite é..." (Em inglês tem muito mais pinta.)

quarta-feira, dezembro 01, 2010

Top Series: 5.º Lugar



Em 5.º Lugar está a série "Pretender".

O protagonista, chamado Jarod, era um autêntico objecto de estudo de uma organização putativamente secreta. Era objecto porque tinha uma capacidade intrinsseca de adoptar a profissão que quisesse: médico, advogado, dentista, militar, jornalista e tudo mais. Tinha os conhecimentos, até tinha o know-how.
O que gerava, então, o drama e a tensão?

Primeiro, o rapaz fartou-se de ser estudado, e então partiu...fugiu. Logo, anda tudo atrás dele. Desde um suspeito de ser seu pai, um gajo que mal respira e...uma senhora que cuidado com ela...in many ways.
Segundo, em cada episódio, o Jarod infiltra-se num meio e quer ajudar. Logo nesse meio, ou há um assassinato, um roubo, um dramalhão qualquer.

A acção, é portanto qualquer coisa parecida com isto: Jarod vai para o Minnesota, faz-se de médico, descobre que há um negócio escuro de contrabando de medicamentos, enquanto vai tendo flashes da sua infância ou passado recente sim, também há disto). Entretanto, os membros do Centro (eis o nome da organização) vão no encalço dele e até descobrem onde é que ele caiu. No final da trama, já os maus estão presos e os stalkers chegam quando o rapaz já deu ares de Vila Diogo.

Contado assim até parece uma trampa, mas todas as Sextas-Feiras a TVI forçava a minha atenção.