sexta-feira, abril 30, 2010
Hit do Momento
Eis a descoberta de uma grande amiga. (Bons tempos em que escrevias, miúda)
Na verdade, ainda que exagerem na parte dos assaltos, há que transigir em muito.
Desde imagens do quotidiano diário, até memórias de um passado não muito distante, está cá tudo.
Palpita-me que vou ouvir isto vezes e vezes...
segunda-feira, abril 26, 2010
Sono
Estou com sono.
Tudo o que penso, só penso porque tenho sono.
Dá asneira ter sono.
Com efeito, já tinha dado conta disto tudo se não tivesse...sono.
Na minha cabeça, lutas marxistas, derrube do grande capital, expulsão das ordens opressoras.
Contra quem?
Marxistas, grandes capitalistas, ordens opressoras.
Ter sono é isto mesmo: lembrar-me do que sou, mas sobretudo, daquilo que não sou.
Possivelmente, daquilo que nunca serei.
(Bolas, tou mesmo deprimido, minto, ensonado)
Tudo o que penso, só penso porque tenho sono.
Dá asneira ter sono.
Com efeito, já tinha dado conta disto tudo se não tivesse...sono.
Na minha cabeça, lutas marxistas, derrube do grande capital, expulsão das ordens opressoras.
Contra quem?
Marxistas, grandes capitalistas, ordens opressoras.
Ter sono é isto mesmo: lembrar-me do que sou, mas sobretudo, daquilo que não sou.
Possivelmente, daquilo que nunca serei.
(Bolas, tou mesmo deprimido, minto, ensonado)
domingo, abril 25, 2010
O meu (imensamente modesto) contributo para assinalar uma das melhores datas de sempre...
Claro que não era vivo quando tudo aconteceu.
Evidentemente que não vivi numa época anterior e, na prática, não tenho termo de comparação.
Não é menos verdade que nunca comi dejectos e sei que os odeio.
Perceber que hoje somos e estamos melhor é saber que valeu a pena.
quinta-feira, abril 22, 2010
Sempre ele, mas, acima de tudo, sempre Ela!
Um mimo, a fazer lembrar os tempos em que o mesmo perguntava quid juris se o presidente da AAFDL fosse apanhado a ter relações com uma menor.
Sempre na berra, o cavalheiro. Sempre na ordem do dia.
Sempre na berra, o cavalheiro. Sempre na ordem do dia.
domingo, abril 11, 2010
A respeito do sobrenatural
Tenho um livro das respostas.
Pensa-se na pergunta, coloca-se a mão em cima do livro, pensa-se na pergunta por 10 segundos, aproxiamadamente, abre-se, folheia-se até à página que terá a resposta e lê-se.
Hoje fiz duas vezes a mesma pergunta.
1ª Resposta: Vai ficar desiludido.
2ª Resposta: Terá de tomar a iniciativa.
Começo a acreditar. É que ambas fazem sentido e, mais ainda, não se anulam, antes complementam-se!
Pensa-se na pergunta, coloca-se a mão em cima do livro, pensa-se na pergunta por 10 segundos, aproxiamadamente, abre-se, folheia-se até à página que terá a resposta e lê-se.
Hoje fiz duas vezes a mesma pergunta.
1ª Resposta: Vai ficar desiludido.
2ª Resposta: Terá de tomar a iniciativa.
Começo a acreditar. É que ambas fazem sentido e, mais ainda, não se anulam, antes complementam-se!
quinta-feira, abril 08, 2010
As hipóteses ou simples desejos reprimidos pela moral e bons costumes
Supondo (só supondo)...
"- Bem, agora que chegámos ao fim destas sessões, gostaria de ouvir as vossas opiniões sobre as mesmas. Vamos começar por si, que esteve sempre tão bem e tão segura.
- Bom, sr.Professor, eu adorei, aprendi imenso, foi óptimo, foram os meus seminários preferidos, e espero que a tese tenha a ver com isto, porque eu sinto a vocação. Obrigado por todo o apoio, dos senhores professores e dos colegas.
- Ah, obrigado! Foi sempre um prazer ouvi-la. Faz-me lembrar uma história com o (...) em que ele estava a dar uma aula e, quando acabou, veio ter comigo e perguntou se queria ir jogar bridge. Eu, na altura, não jogava bridge, nem sabia bem o que isso era, lá fui...e olhe, foi até hoje. Você faz-me lembrar esse professor, que só me levou por bons caminhos e sempre disse qualquer coisa de útil. Bom, de um lado completamente oposto, ahahahaha, temos aqui o lev davidovich, diga lá de sua justiça!
- Bom, a honestidade intelectual lá me obriga a dizer que foram seminários onde tive efectivamente de puxar pela cabeça, mas cumpre ser sincero: foram ataques permanentes ao ego, à pessoa e às palavras. Nunca na vida terei visto tanto enxovalho. Felizmente, tão depressa era eu o visado pelas críticas pessoais, como certos e determinados professores, designadamente, outros que regem uma cadeira que aparenta ser por si ambicionada. Aí, tudo igual. Agora, felizmente que têm ambos uma carreira universitária, uma melhor que outra, convenha-se, porque as relações humanas, o respeito básico e tudo o que pode caracterizar a decência está em falta, se não mesmo perdido para todo o sempre. Termino o que aqui digo com votos dos maiores sucessos. Não para mim, claro, que depois de tudo dito, a penalização, oportunamente, virá. Digo para o vosso futuro. Não o perspectivo brilhante, nem especialmente feliz."
Supondo (esta já mais possível e até mesmo já agendada),
"- Queria dar-lhe uma palavrinha, posso entrar?
- Sim, sim, entra! Diz!
- Bom, tendo em conta a entrevista e o que me disse nela, só posso concluir que o trabalho não foi suficiente. Na verdade, pensei que haveria uma evolução, da minha parte, naturalmente, no que toca a este mundo que descubro todos os dias.
- Ahn?
- Tenho mesmo de perceber, e percebo, que, aqui, só um estorvo, mais que um contributo. Mais uma despesa e fonte de preocupações, miúdas claro, que pode bem ser dispensada. O que quero dizer é que vou sair daqui, deste edificio, desta companhia.
- Hmmm...
- Há episódios que não consigo contornar, há atitudes suas que não são suportáveis, não sei mesmo até que ponto não terá havido falta de respeito, pelo menos, intelectual. Percebi que, numa primeira fase, a qualidade, volume e exigência do trabalho teriam que ser menores. Não o contesto. Acontece que passo aqui 10 horas do meu dia, ainda que com um pequeno intervalo. Não estando cá todos os dias da semana, isso não lhe pareceu ser impeditivo do que quer que seja. Hoje, com um cartãozinho azul, tenho exactamente o mesmo estatuto de há 8 meses. Não evolui, não regredi, estou na mesma. Daqui retiro que não percebo nada disto, que não sou preciso, que não faço a diferença, nem sequer consigo contar para a estabilidade. É frustrante e, francamente, pensei que fosse diferente trabalhar consigo. Afinal de contas, e isto que fique bem esclarecido, não lhe imputo seja o que for. De resto, já lhe disse que não é certo que me tenha faltado ao respeito. Acontece que, quando me vejo enquanto problema, torna-se fácil resolver, resolver-me.
Aceite a minha saída, guardarei boas memórias, suas e do resto."
"- Bem, agora que chegámos ao fim destas sessões, gostaria de ouvir as vossas opiniões sobre as mesmas. Vamos começar por si, que esteve sempre tão bem e tão segura.
- Bom, sr.Professor, eu adorei, aprendi imenso, foi óptimo, foram os meus seminários preferidos, e espero que a tese tenha a ver com isto, porque eu sinto a vocação. Obrigado por todo o apoio, dos senhores professores e dos colegas.
- Ah, obrigado! Foi sempre um prazer ouvi-la. Faz-me lembrar uma história com o (...) em que ele estava a dar uma aula e, quando acabou, veio ter comigo e perguntou se queria ir jogar bridge. Eu, na altura, não jogava bridge, nem sabia bem o que isso era, lá fui...e olhe, foi até hoje. Você faz-me lembrar esse professor, que só me levou por bons caminhos e sempre disse qualquer coisa de útil. Bom, de um lado completamente oposto, ahahahaha, temos aqui o lev davidovich, diga lá de sua justiça!
- Bom, a honestidade intelectual lá me obriga a dizer que foram seminários onde tive efectivamente de puxar pela cabeça, mas cumpre ser sincero: foram ataques permanentes ao ego, à pessoa e às palavras. Nunca na vida terei visto tanto enxovalho. Felizmente, tão depressa era eu o visado pelas críticas pessoais, como certos e determinados professores, designadamente, outros que regem uma cadeira que aparenta ser por si ambicionada. Aí, tudo igual. Agora, felizmente que têm ambos uma carreira universitária, uma melhor que outra, convenha-se, porque as relações humanas, o respeito básico e tudo o que pode caracterizar a decência está em falta, se não mesmo perdido para todo o sempre. Termino o que aqui digo com votos dos maiores sucessos. Não para mim, claro, que depois de tudo dito, a penalização, oportunamente, virá. Digo para o vosso futuro. Não o perspectivo brilhante, nem especialmente feliz."
Supondo (esta já mais possível e até mesmo já agendada),
"- Queria dar-lhe uma palavrinha, posso entrar?
- Sim, sim, entra! Diz!
- Bom, tendo em conta a entrevista e o que me disse nela, só posso concluir que o trabalho não foi suficiente. Na verdade, pensei que haveria uma evolução, da minha parte, naturalmente, no que toca a este mundo que descubro todos os dias.
- Ahn?
- Tenho mesmo de perceber, e percebo, que, aqui, só um estorvo, mais que um contributo. Mais uma despesa e fonte de preocupações, miúdas claro, que pode bem ser dispensada. O que quero dizer é que vou sair daqui, deste edificio, desta companhia.
- Hmmm...
- Há episódios que não consigo contornar, há atitudes suas que não são suportáveis, não sei mesmo até que ponto não terá havido falta de respeito, pelo menos, intelectual. Percebi que, numa primeira fase, a qualidade, volume e exigência do trabalho teriam que ser menores. Não o contesto. Acontece que passo aqui 10 horas do meu dia, ainda que com um pequeno intervalo. Não estando cá todos os dias da semana, isso não lhe pareceu ser impeditivo do que quer que seja. Hoje, com um cartãozinho azul, tenho exactamente o mesmo estatuto de há 8 meses. Não evolui, não regredi, estou na mesma. Daqui retiro que não percebo nada disto, que não sou preciso, que não faço a diferença, nem sequer consigo contar para a estabilidade. É frustrante e, francamente, pensei que fosse diferente trabalhar consigo. Afinal de contas, e isto que fique bem esclarecido, não lhe imputo seja o que for. De resto, já lhe disse que não é certo que me tenha faltado ao respeito. Acontece que, quando me vejo enquanto problema, torna-se fácil resolver, resolver-me.
Aceite a minha saída, guardarei boas memórias, suas e do resto."
sexta-feira, março 19, 2010
Uns e Outros
Esta semana, a propósito de uma aposta.
A valer um crepe.
Depois de ouvir, continuo sem saber, francamente.
Todavia, ainda me bato por esta:
A valer um crepe.
Depois de ouvir, continuo sem saber, francamente.
Todavia, ainda me bato por esta:
quarta-feira, março 10, 2010
sexta-feira, março 05, 2010
Uns e Outros
Grande escolha, minha cara!
Parece que passou despercebida a intenção do meu último post.
Na verdade, quero inaugurar nova categoria. Noto, de resto, que preferem o meu lado azeiteiro, pois então hei de encher isto de autênticos lagares de unto.
Pois bem, peguem lá um clássico!
Para a semana, qualquer coisa deste género.
Parece que passou despercebida a intenção do meu último post.
Na verdade, quero inaugurar nova categoria. Noto, de resto, que preferem o meu lado azeiteiro, pois então hei de encher isto de autênticos lagares de unto.
Pois bem, peguem lá um clássico!
Para a semana, qualquer coisa deste género.
sábado, fevereiro 20, 2010
Uns e Outros
O eterno confronto entre os velhos e novos tempos tem expressão em tudo.
Até na música.
Veremos até que ponto as velhas roupagens ficam bem quando re-vestidas por novos tecidos.
Big in Japan
ou...
Big in Japan?
Até na música.
Veremos até que ponto as velhas roupagens ficam bem quando re-vestidas por novos tecidos.
Big in Japan
ou...
Big in Japan?
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
segunda-feira, fevereiro 15, 2010
Da Conta Corrente
(Não se deve começar texto algum com a expressão "ora bem", não é bonito, não é correcto)
Ora bem, desde que foi eleito, tenho com ele uma conta corrente.
Ora entra benefício, ora sai.
Digamos que não está no alto.
Todavia, há certas alturas, em que sobe...e sobe muito.
Aqui, por exemplo.
Subscrevo. A ferro e fogo.
Ora bem, desde que foi eleito, tenho com ele uma conta corrente.
Ora entra benefício, ora sai.
Digamos que não está no alto.
Todavia, há certas alturas, em que sobe...e sobe muito.
Aqui, por exemplo.
Subscrevo. A ferro e fogo.
quarta-feira, fevereiro 10, 2010
O Sono
Dá-me para a depressão.
Começo a pensar que há pouco sentido em cada acto, que há pouca importância no que faço.
Não dá para ter sono.
Hoje deito-me às 21h
Começo a pensar que há pouco sentido em cada acto, que há pouca importância no que faço.
Não dá para ter sono.
Hoje deito-me às 21h
segunda-feira, janeiro 25, 2010
Trigésimo Segundo
Entendamo-nos.
Estás lá. (sempre estiveste).
És. (Sempre foste).
É. (Conta com isso).
Peço. (Mas não será no Chiado, mereces melhor)
Seja sempre assim.
Hoje é.
Estás lá. (sempre estiveste).
És. (Sempre foste).
É. (Conta com isso).
Peço. (Mas não será no Chiado, mereces melhor)
Seja sempre assim.
Hoje é.
segunda-feira, janeiro 18, 2010
Continuando a senda postadora dos videos
Porque não há talento para a escrita,
Porque nunca houve,
Porque se gostou disto,
Porque se afina pelo mesmo diapasão,
Porque nunca houve,
Porque se gostou disto,
Porque se afina pelo mesmo diapasão,
sexta-feira, janeiro 15, 2010
Recorrer ao vernáculo
Com os testes de aferição aí à porta...
Com as apresentações a quererem pôr a cabeça de fora...
Com situações como estas...
Recordo-me, muitas vezes mesmo, de um diálogo que existiu, há uns bons anos, bons mas mesmo bons, ocorrido no programa "Minas e Armadilhas", que era dos primórdios da Sic.
Trata-se de um programa de apanhados.
Sem me lembrar bem qual era a situação,
Sem saber ao certo qual dos intervenientes era o apanhado,
Inesquecível é a tirada:
"Shor guarda! Olhe que a gente está aqui no meio da merd@.."
Com as apresentações a quererem pôr a cabeça de fora...
Com situações como estas...
Recordo-me, muitas vezes mesmo, de um diálogo que existiu, há uns bons anos, bons mas mesmo bons, ocorrido no programa "Minas e Armadilhas", que era dos primórdios da Sic.
Trata-se de um programa de apanhados.
Sem me lembrar bem qual era a situação,
Sem saber ao certo qual dos intervenientes era o apanhado,
Inesquecível é a tirada:
"Shor guarda! Olhe que a gente está aqui no meio da merd@.."
terça-feira, janeiro 12, 2010
quinta-feira, janeiro 07, 2010
A propósito do...
Arrependimento.
Pois bem, cada tema tem a sua música.
Hoje, o arrependimento.
Até admito que a música possa ter outras interpretações. Hoje interpreto-a assim.
Pois bem, cada tema tem a sua música.
Hoje, o arrependimento.
Até admito que a música possa ter outras interpretações. Hoje interpreto-a assim.
quarta-feira, dezembro 23, 2009
quarta-feira, dezembro 16, 2009
quarta-feira, novembro 25, 2009
segunda-feira, outubro 26, 2009
O Regresso
Serve o presente para regressar.
À escrita,
ao desespero,
ao existêncialismo...
Naaaa!
Isto serve somente para referir que estou feliz.
Que sou feliz.
Que me fazes feliz.
Ontem, como sempre,
OBRIGADO.
À escrita,
ao desespero,
ao existêncialismo...
Naaaa!
Isto serve somente para referir que estou feliz.
Que sou feliz.
Que me fazes feliz.
Ontem, como sempre,
OBRIGADO.
terça-feira, setembro 29, 2009
sexta-feira, setembro 25, 2009
28 (Num texto só lamechas com destinatário unico)
A vida pós-faculdade trás lições esperadas. Digo esperadas não porque lhes conheça os conteúdos, mas porque sabia que, a deteminada altura ia aprender que a vida não é sempre maravilhosa e livre encargos.
Pois bem.
Era de segunda à sexta. Das 9 às 18 e picos. Ao pequeno-almoço. Ao café, ao almoço, tantas vezes também ao jantar.
Those days are gone.
Hoje a tecnologia é a nossa melhor arma. Graças ao Bell progrediu-se até ao telemóvel. Também há a net.
Na verdade, ainda sinto que a melhor fase da minha vida perdura, agora só com uma forma diferente, quase como se tivesse um fato diferente, quando outrora havia um smoking agora resta uma fato e gravata italianos.
Estás em Albarraque e eu "na coina", é certo. Será?
Não.
Neste momento estás à minha frente, a falar comigo, a rir-te para mim, fumando com aquele teu ar tão sedutor. Diva que és, musa que inspira, estou permanentemente ligado a ti.
Já não são os muros do "antro" (tua expressão) que nos unem. Dele só temos a doce recordação de nos ter aproximado.
Hoje é algo tão maior, imaterial, mas palpável, gigante e incomensurável.
Passou o primeiro mês em que o nosso local de trabalho não é o mesmo.
Continua a nossa vida eterna.
Adoro-te.
Pois bem.
Era de segunda à sexta. Das 9 às 18 e picos. Ao pequeno-almoço. Ao café, ao almoço, tantas vezes também ao jantar.
Those days are gone.
Hoje a tecnologia é a nossa melhor arma. Graças ao Bell progrediu-se até ao telemóvel. Também há a net.
Na verdade, ainda sinto que a melhor fase da minha vida perdura, agora só com uma forma diferente, quase como se tivesse um fato diferente, quando outrora havia um smoking agora resta uma fato e gravata italianos.
Estás em Albarraque e eu "na coina", é certo. Será?
Não.
Neste momento estás à minha frente, a falar comigo, a rir-te para mim, fumando com aquele teu ar tão sedutor. Diva que és, musa que inspira, estou permanentemente ligado a ti.
Já não são os muros do "antro" (tua expressão) que nos unem. Dele só temos a doce recordação de nos ter aproximado.
Hoje é algo tão maior, imaterial, mas palpável, gigante e incomensurável.
Passou o primeiro mês em que o nosso local de trabalho não é o mesmo.
Continua a nossa vida eterna.
Adoro-te.
quarta-feira, setembro 23, 2009
segunda-feira, setembro 21, 2009
...e porque domingo vamos a votos
A campanha está porreiraça.
Acontece que ando, constantemente, a abrir o explorer nos sites do DN, Publico, Expresso e CM à espera do próximo escândalo. Dizem os especialistas que até quarta deve rebentar, agora com trunfos para o PSD.
Tendo certeza que já há poucos indecisos, so aguardo a bomba.
Tranquilo.
Acontece que ando, constantemente, a abrir o explorer nos sites do DN, Publico, Expresso e CM à espera do próximo escândalo. Dizem os especialistas que até quarta deve rebentar, agora com trunfos para o PSD.
Tendo certeza que já há poucos indecisos, so aguardo a bomba.
Tranquilo.
sexta-feira, setembro 18, 2009
Demasiado Grave.
Não se pode dizer, com toda a certeza, que isto é verdade.
Se for, é verdadeiramente muito grave.
Grave demais.
Se for, é verdadeiramente muito grave.
Grave demais.
quarta-feira, setembro 16, 2009
terça-feira, setembro 15, 2009
Reflexologia
Teremos ouvido, aqui e ali, coisas como:
"O Eng.Sócrates diz que eu não sou moderna. Pois eu digo que quem não é moderno é ele".
"Portugal não é uma província de Espanha".
Tudo bem, estamos num país livre, ao contrário do que diz a autora destas (quase) frases, mas de alguém que quer ser a timoneira da governação eu espero alguma elevação e consistência argumentativa. Se diz que não faz o TGV porque pode acentuar a dívida externa, há que conceder com as preocupações, ainda que parcialmente infundadas, da líder Social-Democrata.
Já apelar ao primário, mesquinho e até mesmo salazarento sentimento anti-espanha é rebaixar a inteligência dos eleitores ao grau zero.
Não escondendo que tenho a minha decisão tomada, no que ao voto diz respeito, tenho que defender que são necessárias individualidades várias a defender pontos de vista com ideias sólidas e concretas.
Temos Paulo Portas. Não podia estar mais longe de votar naquele partido. Todavia, se fosse governo, haveria certezas, haverias medidas concretas a serem tomadas. É um político que se habituou a ser honesto com o eleitorado. Foi um ministro do qual as F.A sentiram falta, foi um governante, submarinos à parte, que cumpriu.
Não que haja simpatia da minha parte, acontece é que a minha força política pode não ganhar sempre e, nesse caso, é menos mal ter alguém ao leme que, apesar de contrário às nossas convicções, tem um plano e intenção de o cumprir.
Como eleitor, senti-me ofendido.
"O Eng.Sócrates diz que eu não sou moderna. Pois eu digo que quem não é moderno é ele".
"Portugal não é uma província de Espanha".
Tudo bem, estamos num país livre, ao contrário do que diz a autora destas (quase) frases, mas de alguém que quer ser a timoneira da governação eu espero alguma elevação e consistência argumentativa. Se diz que não faz o TGV porque pode acentuar a dívida externa, há que conceder com as preocupações, ainda que parcialmente infundadas, da líder Social-Democrata.
Já apelar ao primário, mesquinho e até mesmo salazarento sentimento anti-espanha é rebaixar a inteligência dos eleitores ao grau zero.
Não escondendo que tenho a minha decisão tomada, no que ao voto diz respeito, tenho que defender que são necessárias individualidades várias a defender pontos de vista com ideias sólidas e concretas.
Temos Paulo Portas. Não podia estar mais longe de votar naquele partido. Todavia, se fosse governo, haveria certezas, haverias medidas concretas a serem tomadas. É um político que se habituou a ser honesto com o eleitorado. Foi um ministro do qual as F.A sentiram falta, foi um governante, submarinos à parte, que cumpriu.
Não que haja simpatia da minha parte, acontece é que a minha força política pode não ganhar sempre e, nesse caso, é menos mal ter alguém ao leme que, apesar de contrário às nossas convicções, tem um plano e intenção de o cumprir.
Como eleitor, senti-me ofendido.
quinta-feira, setembro 10, 2009
Hoje
Desembolsei.
Pensei.
Descobri.
Tomei uma decisão. Aquela que representa a grande decisão da minha vida até agora. Preferi um caminho que nunca pensei trilhar.
Não sabendo onde vai acabar, sei bem onde começa.
Venha de lá o trabalho, que rogarei por um grande serviço prestado.
Venham de lá as hipóteses, que tudo farei para as aproveitar.
Amanhã recomeça tudo de novo.
Pensei.
Descobri.
Tomei uma decisão. Aquela que representa a grande decisão da minha vida até agora. Preferi um caminho que nunca pensei trilhar.
Não sabendo onde vai acabar, sei bem onde começa.
Venha de lá o trabalho, que rogarei por um grande serviço prestado.
Venham de lá as hipóteses, que tudo farei para as aproveitar.
Amanhã recomeça tudo de novo.
terça-feira, setembro 08, 2009
Dando uma de Maltez Delgado Costa Lobo...
Para hoje, há uma de duas tomadas de posição a tomar.
Ou Sócrates consegue impor a sua força a Louçã, vencendo-o com argumentos políticos de peso e obra feita, ou tenta a aproximação para coligação em maioria absoluta.
Se não faz nem uma nem outra arrisca-se a perder votos (sendo que não tem assim tantos para abdicar) e a condenar, até, a vitória nas legislativas, depois do anuncio do "empate técnico".
A Alcina Lameiras que há em mim diria que vai tentar impor a força e não consegue.
Ou Sócrates consegue impor a sua força a Louçã, vencendo-o com argumentos políticos de peso e obra feita, ou tenta a aproximação para coligação em maioria absoluta.
Se não faz nem uma nem outra arrisca-se a perder votos (sendo que não tem assim tantos para abdicar) e a condenar, até, a vitória nas legislativas, depois do anuncio do "empate técnico".
A Alcina Lameiras que há em mim diria que vai tentar impor a força e não consegue.
A verticalidade
Atente-se nisto.
Sublinho o debate Sócrates/Jerónimo.
Diz Sofia Galvão que o lider comunista teve melhor imagem que o P.M. Melhor argumentação também.
Na mesma toada, Teresa Caeiro dá melhor nota às propostas comunistas.
Funny.
Sublinho o debate Sócrates/Jerónimo.
Diz Sofia Galvão que o lider comunista teve melhor imagem que o P.M. Melhor argumentação também.
Na mesma toada, Teresa Caeiro dá melhor nota às propostas comunistas.
Funny.
sábado, setembro 05, 2009
Tomando a Toada Política...
...confesso que aprecio estes debates pré-eleitorais a duas vozes, moderados por uma terceira.
Todavia, como não pode ser tudo perfeito, há temas que têm de ser explorados. Não basta dissecar o conflito entre professores e governo, não basta discutir obras públicas e segurança nas zonas urbanas e periférias.
Não se ouve uma pergunta sobre política ambiental. Não se sabe quais as linhas do governo para a Defesa, Agricultura, Negócios estrangeiros, Cultura! A que cultura terão os portugueses direito, isto citando um reputado académico? Que solução para a defesa?
Aos que me respondam que vem tudo no programa de cada um, é certo que 90% dos eleitores não leram coisa nenhuma. A TV é um meio priviligiado para debater e dar a conhecer opiniões nestas matérias.
Para quando?
Todavia, como não pode ser tudo perfeito, há temas que têm de ser explorados. Não basta dissecar o conflito entre professores e governo, não basta discutir obras públicas e segurança nas zonas urbanas e periférias.
Não se ouve uma pergunta sobre política ambiental. Não se sabe quais as linhas do governo para a Defesa, Agricultura, Negócios estrangeiros, Cultura! A que cultura terão os portugueses direito, isto citando um reputado académico? Que solução para a defesa?
Aos que me respondam que vem tudo no programa de cada um, é certo que 90% dos eleitores não leram coisa nenhuma. A TV é um meio priviligiado para debater e dar a conhecer opiniões nestas matérias.
Para quando?
quinta-feira, setembro 03, 2009
Já agora, a título esquizofrénico, com uma pequena teoria da conspiração:
- A. liga a B., agente que tem poder para cancelar jornal da TVi, para dar chá de sumiço ao mesmo.
Diz A. : "Pá, cancela lá isso, ainda pensavam que era o Sócas que andou a mostrar a autoridade, era trigo limpo!"
Agora, num tom mais sério:
"Oh X., que tal cancelarmos aquela asneira de sexta-feira. Para peixeirada, há o bolhão."
"Baza".
"Feito".
- A. liga a B., agente que tem poder para cancelar jornal da TVi, para dar chá de sumiço ao mesmo.
Diz A. : "Pá, cancela lá isso, ainda pensavam que era o Sócas que andou a mostrar a autoridade, era trigo limpo!"
Agora, num tom mais sério:
"Oh X., que tal cancelarmos aquela asneira de sexta-feira. Para peixeirada, há o bolhão."
"Baza".
"Feito".
Vou ser mais explícito: mas alguém do governo e afins teria a distinta lata e estupidez de calar, nesta altura, uma voz contestatária?
O Governo que conhecemos só sabe ser arrogante? Para além de arrogante, é estupido?
A ser verdade que alguém do governo fez pressões, vivemos, efectivamente, num país de estupidos.
O Governo que conhecemos só sabe ser arrogante? Para além de arrogante, é estupido?
A ser verdade que alguém do governo fez pressões, vivemos, efectivamente, num país de estupidos.
Teoria dos Jogos
Bla, bla, e tal e a teoria dos jogos.
Não há inocentes neste país.
Se por um lado é estrondoso que o Jornal Nacional tenha sido cancelado, não menos me espantaram as vozes que associaram este facto a pressões externas.
Mas o alcool atacou em força a classe jornalistica e blogger?
Então, toda a gente sabendo que o Jornal da TVi ia apresentar 5 peças sobre o freeport, alguém tem o descaramento de pensar que houve pressões?
Mas afinal, o que é que é mais grave? As peças de um jornalismo indigno do nome ou pressões sobre uma estação?
Todos sabemos.
Por todos incluo os membros do governo e respectivos acessores e entourage.
Não há inocentes neste país.
Se por um lado é estrondoso que o Jornal Nacional tenha sido cancelado, não menos me espantaram as vozes que associaram este facto a pressões externas.
Mas o alcool atacou em força a classe jornalistica e blogger?
Então, toda a gente sabendo que o Jornal da TVi ia apresentar 5 peças sobre o freeport, alguém tem o descaramento de pensar que houve pressões?
Mas afinal, o que é que é mais grave? As peças de um jornalismo indigno do nome ou pressões sobre uma estação?
Todos sabemos.
Por todos incluo os membros do governo e respectivos acessores e entourage.
domingo, agosto 30, 2009
Reflexologia III
Hoje, o reflexo de ver algo que não quer ser reflectido.
Detectives.
Procuram, pesquisam, descobrem, interrogam, tentam, vão tentando.
Há ali uma missão. Foi-lhes dado algo para descobrirem, para provarem.
O caso mais comum são as procurações e trabalhos passados pelas mulheres que se julgam traídas. São os próprios detectives que dizem que, na maior parte das vezes, nada há a relatar.
Adiante.
O propósito de procurar, pesquisar, descobrir, interrogar e tentar é um: destapar o tapado, alcançar o oculto, desmistificar.
Ora,
Primeiro: se está oculto, alguma razão terá;
Segundo: Laisser tomber, 90% das vezes.
Detectives.
Procuram, pesquisam, descobrem, interrogam, tentam, vão tentando.
Há ali uma missão. Foi-lhes dado algo para descobrirem, para provarem.
O caso mais comum são as procurações e trabalhos passados pelas mulheres que se julgam traídas. São os próprios detectives que dizem que, na maior parte das vezes, nada há a relatar.
Adiante.
O propósito de procurar, pesquisar, descobrir, interrogar e tentar é um: destapar o tapado, alcançar o oculto, desmistificar.
Ora,
Primeiro: se está oculto, alguma razão terá;
Segundo: Laisser tomber, 90% das vezes.
terça-feira, agosto 25, 2009
sábado, agosto 22, 2009
Rectificação
Convocatória passa a valer para o dia 29, Sábado, tudo o resto se mantém.
Respostas pedem-se.
Respostas pedem-se.
sexta-feira, agosto 21, 2009
Convocatória 1/2009
Considerando:
Aquilo;
Isto;
Isto também,
Convocam-se TODOS para, Sexta-Feira, dia 28 de Agosto de 2009, comparecerem, volta das 23 horas, na Brasileira do Chiado para uma noite de copos (que se pede e merece!).
Respostas para:
Msn;
Endereços de Mail;
Telemóvel;
Pombo Correio;
Estafeta;
Carta com Aviso de Recepção
É para ir!
Aquilo;
Isto;
Isto também,
Convocam-se TODOS para, Sexta-Feira, dia 28 de Agosto de 2009, comparecerem, volta das 23 horas, na Brasileira do Chiado para uma noite de copos (que se pede e merece!).
Respostas para:
Msn;
Endereços de Mail;
Telemóvel;
Pombo Correio;
Estafeta;
Carta com Aviso de Recepção
É para ir!
Reflexologia II
Por hoje, o reflexo de pensar e viver.
Se, ao final de um dia, se diz que o mesmo foi péssimo, é certo que nunca se compreende que pode sempre ser pior.
Eu tive uma péssima semana.
A tomá-la como guia e exemplo, o que é que impede que haja maus meses? Maus anos?
Pois, por este andar, pode ir de uma péssima décima de segundo a uma vida de merda.
Posto isto, há que estancar a hemorragia de 5 dias mauzinhos. Espero não me saber hemofílico.
Se, ao final de um dia, se diz que o mesmo foi péssimo, é certo que nunca se compreende que pode sempre ser pior.
Eu tive uma péssima semana.
A tomá-la como guia e exemplo, o que é que impede que haja maus meses? Maus anos?
Pois, por este andar, pode ir de uma péssima décima de segundo a uma vida de merda.
Posto isto, há que estancar a hemorragia de 5 dias mauzinhos. Espero não me saber hemofílico.
segunda-feira, agosto 03, 2009
Parabéns:
(Por ordem alfabética)
A. C. Baeta,
A. M. Marcos,
A. Serrão
C. Vieira,
D. Sequeira,
E. P. Bernardo,
I. G. Pereira,
J. Ochoa,
J. Ribeiro,
L. Batista,
M. E. Santos,
e claro,
G. Nascimento,
J. Inácio.
Em linguagem de cangalheiro, já estão todos despachados! Siga-se para o nível seguinte.
Para além das congratulações, alguns obrigados vos devo.
Pelas alturas de aperto,
Pelas palavras sábias,
Pelas grandes noites,
Também pelos grandes dias,
Pela paciência,
Pela hospitalidade,
Pelo respeito,
sobretudo,
Pela amizade.
A. C. Baeta,
A. M. Marcos,
A. Serrão
C. Vieira,
D. Sequeira,
E. P. Bernardo,
I. G. Pereira,
J. Ochoa,
J. Ribeiro,
L. Batista,
M. E. Santos,
e claro,
G. Nascimento,
J. Inácio.
Em linguagem de cangalheiro, já estão todos despachados! Siga-se para o nível seguinte.
Para além das congratulações, alguns obrigados vos devo.
Pelas alturas de aperto,
Pelas palavras sábias,
Pelas grandes noites,
Também pelos grandes dias,
Pela paciência,
Pela hospitalidade,
Pelo respeito,
sobretudo,
Pela amizade.
domingo, agosto 02, 2009
Reflexologia
É a lógica do reflexo.
Para esta semana, examine-se o sul do país.
É reflexo da crise e da falta dela. Reflexo dos tugas e dos bifes que complementam um quadro colorido.
Sendo certo que o melhor da vida não tem que estar longe de casa (no meu caso está a 45 min de carro), reflexo das férias é ter que andar alguns kilómetros para descansar.
Cansar para descansar.
Já agora, porque será que ninguém percebe a medida do programa de governo P.S que incide na questão de conceder 200 euricos pelo nascimento de cada bebé?
Rapaziada, aquilo não é só um incentivo à natalidade, embora pareça. Vejam isto, na página 64, vá lá, especificamente no ponto 2, a). Muito antes da natalidade, habemus: I) a conclusão dos estudos obrigatórios; II) a criação de hábitos de poupança; III) o início de novos projecto na vida dos jovens.
A isto chamo mudar a mentalidade somente despesista de cada português. Não olvidando que a carga fiscal pode ser de tal forma elevada que possa impedir a poupança, a verdade é que não aparenta ser demonstrável que, se se baixassem os impostos, os bancos ganhariam mais depósitos. Ergo, isto.
Não entender isto é o reflexo da derrota futura numas eleições legislativas.
Para esta semana, examine-se o sul do país.
É reflexo da crise e da falta dela. Reflexo dos tugas e dos bifes que complementam um quadro colorido.
Sendo certo que o melhor da vida não tem que estar longe de casa (no meu caso está a 45 min de carro), reflexo das férias é ter que andar alguns kilómetros para descansar.
Cansar para descansar.
Já agora, porque será que ninguém percebe a medida do programa de governo P.S que incide na questão de conceder 200 euricos pelo nascimento de cada bebé?
Rapaziada, aquilo não é só um incentivo à natalidade, embora pareça. Vejam isto, na página 64, vá lá, especificamente no ponto 2, a). Muito antes da natalidade, habemus: I) a conclusão dos estudos obrigatórios; II) a criação de hábitos de poupança; III) o início de novos projecto na vida dos jovens.
A isto chamo mudar a mentalidade somente despesista de cada português. Não olvidando que a carga fiscal pode ser de tal forma elevada que possa impedir a poupança, a verdade é que não aparenta ser demonstrável que, se se baixassem os impostos, os bancos ganhariam mais depósitos. Ergo, isto.
Não entender isto é o reflexo da derrota futura numas eleições legislativas.
sábado, julho 25, 2009
25 e 26
Dois números para mostrar realidades que se cruzam.
Assinalar tudo é fazer saber que há arrepios na espinhas.
É anunciar que tudo está acima do inexpectável.
Obrigado.
Assinalar tudo é fazer saber que há arrepios na espinhas.
É anunciar que tudo está acima do inexpectável.
Obrigado.
segunda-feira, julho 13, 2009
Resolução 2/2009
Repristina-se, integralmente, a Resolução 1/2009.
Clarifica-se que somos todos, TODOS, amigos.
Fomos, durante alturas bem piores.
Seremos, agora que tudo temos à nossa frente.
Clarifica-se que somos todos, TODOS, amigos.
Fomos, durante alturas bem piores.
Seremos, agora que tudo temos à nossa frente.
domingo, julho 12, 2009
Sentenças
Acordão 1/2009:
A Secção Única do tribunal do Bitaite anula a resolução 1/2009 com os seguintes fundamentos:
- Quem a aprova,profere e publica não tem legitimidade;
- Para tal, era necessário ter ido sempre a todo o lado consoante o assobio;
- Não tendo ido, azar, fica a ver.
Mais se adita:
- Metam-se as boas intenções no estaleiro.
A Secção Única do tribunal do Bitaite anula a resolução 1/2009 com os seguintes fundamentos:
- Quem a aprova,profere e publica não tem legitimidade;
- Para tal, era necessário ter ido sempre a todo o lado consoante o assobio;
- Não tendo ido, azar, fica a ver.
Mais se adita:
- Metam-se as boas intenções no estaleiro.
sábado, julho 11, 2009
quinta-feira, junho 25, 2009
Retratos 25
São imagens de um dia que pode ser considerado como dos melhores de sempre.
A viagem foi a Alfama, passando por tantos outros sitios, uns repetidos outros por explorar e descobrir.

Aqui, é clara a ressaca do momento alto da cidade de Lisboa: a noite de St.António. Ainda por limpar, é certo, o charme não escapa.

A cada beco, a cada esquina, um silêncio ia morrendo a cada palavra de algum habitante. A cidade está envelhecida, mas a falta da juventude de outrora não impede o convívio e uma boa conversa.

O explendor é o maior. Ainda que a falta de perícia do fotógrafo seja evidente, deixem que diga que impressiona visitar cada rua e viela. Há todo um património sociológico em cada palavra amiga, em cada expressão e café. Tudo em Lisboa respira.

Tudo isto não faz sentido a não ser...a não ser que seja partilhado. A não ser que haja alguém tão próximo que permita degustar e provar aquilo que provamos.
Na verdade, passam 25 meses desde o dia 25 essencial na existência. Mais do que nascer, o autor completou-se.
A mágia do sentimento misturou-se com a força de uma capital.

Obrigado.
A viagem foi a Alfama, passando por tantos outros sitios, uns repetidos outros por explorar e descobrir.

Aqui, é clara a ressaca do momento alto da cidade de Lisboa: a noite de St.António. Ainda por limpar, é certo, o charme não escapa.

A cada beco, a cada esquina, um silêncio ia morrendo a cada palavra de algum habitante. A cidade está envelhecida, mas a falta da juventude de outrora não impede o convívio e uma boa conversa.

O explendor é o maior. Ainda que a falta de perícia do fotógrafo seja evidente, deixem que diga que impressiona visitar cada rua e viela. Há todo um património sociológico em cada palavra amiga, em cada expressão e café. Tudo em Lisboa respira.

Tudo isto não faz sentido a não ser...a não ser que seja partilhado. A não ser que haja alguém tão próximo que permita degustar e provar aquilo que provamos.
Na verdade, passam 25 meses desde o dia 25 essencial na existência. Mais do que nascer, o autor completou-se.
A mágia do sentimento misturou-se com a força de uma capital.

Obrigado.
quarta-feira, junho 17, 2009
A Economia
A esta hora, há um conjunto de programas no ar a versarem sobre economia.
Aparentemente, o pessoal sabedo que fala.
Penso mesmo que o que está a ser dito em Português teria uma ar muito mais acertivo e correcto em Inglês ou mesmo Polaco.
Na verdade, aposto que há pessoal com fome.
Não daquela que se tem entre o almoço e o jantar.
Aos poucos, a religião faz sentido: há algo de reconfortante em saber que estes trastes terão um lugarzinho no inferno.
Infelizmente, para o autor do blog isso faz tanto sentido como uma viola num enterro.
Aparentemente, o pessoal sabedo que fala.
Penso mesmo que o que está a ser dito em Português teria uma ar muito mais acertivo e correcto em Inglês ou mesmo Polaco.
Na verdade, aposto que há pessoal com fome.
Não daquela que se tem entre o almoço e o jantar.
Aos poucos, a religião faz sentido: há algo de reconfortante em saber que estes trastes terão um lugarzinho no inferno.
Infelizmente, para o autor do blog isso faz tanto sentido como uma viola num enterro.
Madaleno cumpriu a obrigação a que estava adstricta.
Fiel ao dever, como sempre, exonerou-se de qualquer responsabilidade e entregou os exames que lhe competia corrigir.
Já não deve nada a ninguém.
Provavelmente fará umas orais. Se alguém tiver azar, ainda lhe tocará corrigir uns exames em Julho. Todavia, o que se quer salientar é que já não lhe cabe dizer qual é classificação final de um aluno aquela cadeira.
Fiel ao dever, como sempre, exonerou-se de qualquer responsabilidade e entregou os exames que lhe competia corrigir.
Já não deve nada a ninguém.
Provavelmente fará umas orais. Se alguém tiver azar, ainda lhe tocará corrigir uns exames em Julho. Todavia, o que se quer salientar é que já não lhe cabe dizer qual é classificação final de um aluno aquela cadeira.
A certa altura do caminho tortuoso que leva alguns anos a trilhar, pede-se que falemos da boa fé. Não da tutela da confiança. Não da materialidade subjacente. Isso é saber de mais.
Quer-se de menos.
Ali quando faltarem 10 minutos para que a ordem de entrega seja proferida, é suposto que falemos dos agentes da administração pública. É suposto dizer que há qualquer coisa que os vicula, um artigozinho qualquer.
Por outro lado, se dissermos o que é o interesse superior da criança, não estaremos a contribuir para a aprovação de uma cadeira de direito da familia.
Porque não interessa aplicar um regime.
Muito menos importa que até se saiba a matéria que é suposto saber.
Importa ter nascido como a Professora Eunice.
Importa ser a Maya e perceber que a Roda da Fortuna, o Dependurado e a Morte significam qualquer coisa a roçar o científico.
Quer-se de menos.
Ali quando faltarem 10 minutos para que a ordem de entrega seja proferida, é suposto que falemos dos agentes da administração pública. É suposto dizer que há qualquer coisa que os vicula, um artigozinho qualquer.
Por outro lado, se dissermos o que é o interesse superior da criança, não estaremos a contribuir para a aprovação de uma cadeira de direito da familia.
Porque não interessa aplicar um regime.
Muito menos importa que até se saiba a matéria que é suposto saber.
Importa ter nascido como a Professora Eunice.
Importa ser a Maya e perceber que a Roda da Fortuna, o Dependurado e a Morte significam qualquer coisa a roçar o científico.
segunda-feira, junho 08, 2009
quinta-feira, junho 04, 2009
Ora, voltando ao texto...
Sirvo-me disto para dizer o mesmo de sempre.
A Lei Fundamental costumava ser minha amiga.
Moral da história: Os Romanos é que tinham razão.
A Lei Fundamental costumava ser minha amiga.
Moral da história: Os Romanos é que tinham razão.
segunda-feira, maio 25, 2009
domingo, maio 24, 2009
(A última) Música Para a Semana
Dá-lhe, Hermínia!
Mesmo repetindo a ideia (que é como quem diz alguma cadeira) para o ano que virá, verdade verdadinha é que falta uma semaninha de aulas.
Uma. Ao fim de tantas.
Aconteça o que acontecer, já se sabe, é a sina.
Tu podes mentir
Ás leis do teu coração,
Mas, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, quer queiras, quer não
Tens de cumprir a tua sinaaaaaaaaaaaaaaaaaa
(Até mete leis e tudo)
domingo, maio 17, 2009
Saudades
Tudo bem, podia ser algo mais sério, mais profundo, eventualmente uma letra de um autor maior.
Todavia, a esta distância, como não perguntar...isn't she lovely? Course she is.
Por um lado, doi a distância, por outro, amanhã já está comigo, aqui bem perto. Celebre-se
The one.
Saudades tuas...
sábado, maio 16, 2009
Da incapacidade
Havendo um poder judicial paralelo, que julgasse a moral, por exemplo, a sentença teria sido proferida, já há bons tempos.
Não sou capaz.
Falho.
Todos os dias, assim tipo todos os segundos.
Não sirvo.
Não compreendo.
Simplesmente, falho.
Para que sirvo eu afinal?
Não sou capaz.
Falho.
Todos os dias, assim tipo todos os segundos.
Não sirvo.
Não compreendo.
Simplesmente, falho.
Para que sirvo eu afinal?
quarta-feira, maio 13, 2009
quarta-feira, maio 06, 2009
Tempos
Chega, por esta altura, o sentimento de saudade que tende a aumentar, que me leva a pensar que todo o tempo com ela não é suficiente.
Também aparecem alguns pretensos ódios de estimação.
Tudo isto existe.
Tudo isto é triste.
Tudo isto é stress.
Também aparecem alguns pretensos ódios de estimação.
Tudo isto existe.
Tudo isto é triste.
Tudo isto é stress.
domingo, maio 03, 2009
quinta-feira, abril 30, 2009
sábado, abril 25, 2009
Datas
Podia falar em 35.
É importante, foi uma mudança na história, uma mudança valorosa para gerações vindouras.
Para já, falo de 23.
A unidade de tempo é menor.
Todavia, o coração bate com uma intensidade muito maior. São dias e horas que se tratam de ser verdadeiras revoluçõezinhas.
A minha vida mudou.
Agora, não serei um Marcello Caetano que a deixe ser revolucionada de novo.
Obrigado
É importante, foi uma mudança na história, uma mudança valorosa para gerações vindouras.
Para já, falo de 23.
A unidade de tempo é menor.
Todavia, o coração bate com uma intensidade muito maior. São dias e horas que se tratam de ser verdadeiras revoluçõezinhas.
A minha vida mudou.
Agora, não serei um Marcello Caetano que a deixe ser revolucionada de novo.
Obrigado
quinta-feira, abril 16, 2009
quarta-feira, março 25, 2009
22
Há uns tempos, escrevia: "22 dias brutais".
Hoje, são 22 meses.
Tenho a certeza que, quando se atingirem os 22 anos, o tempo terá passado tão depressa como até aqui.
Porque só uma vida assim se vive à velocidade da luz.
Pela vigésima segunda vez,
Obrigado.
Hoje, são 22 meses.
Tenho a certeza que, quando se atingirem os 22 anos, o tempo terá passado tão depressa como até aqui.
Porque só uma vida assim se vive à velocidade da luz.
Pela vigésima segunda vez,
Obrigado.
segunda-feira, março 09, 2009
O Irrefuctável
Haverá alguma coisa como ele?
No modesto entendimento do autor do post, não.
De facto, a existência pauta-se por objectivos, de menor ou maior monta. Passa pela aplicação de verbos como "querer", "poder", "pagar", esforçar". Da sua perfeita conjugação, o nivel de vida final será aquele que se merece, aquele pelo qual se lutou.
Sou um grande aldrabão.
Fosse isto e a religião acabava.
Realidade: uma espécie de teoria das esferas. Colidindo umas com as outras, chegamos á conclusão que tudo se pode resumir à influência que se tem numa pessoa e na influência delas que deixamos que elas tenham em nós.
Num ponto muito específico, sei que a influência em mim exercida é parecida à do lado negro da força sobre o Luke.
Por outro lado, por mais que tente, sou fungível e a influência que tenho é tudo proporcional ao adjectivo empregue.
Tenho que viver com isto.
No modesto entendimento do autor do post, não.
De facto, a existência pauta-se por objectivos, de menor ou maior monta. Passa pela aplicação de verbos como "querer", "poder", "pagar", esforçar". Da sua perfeita conjugação, o nivel de vida final será aquele que se merece, aquele pelo qual se lutou.
Sou um grande aldrabão.
Fosse isto e a religião acabava.
Realidade: uma espécie de teoria das esferas. Colidindo umas com as outras, chegamos á conclusão que tudo se pode resumir à influência que se tem numa pessoa e na influência delas que deixamos que elas tenham em nós.
Num ponto muito específico, sei que a influência em mim exercida é parecida à do lado negro da força sobre o Luke.
Por outro lado, por mais que tente, sou fungível e a influência que tenho é tudo proporcional ao adjectivo empregue.
Tenho que viver com isto.
domingo, março 01, 2009
Semana
É importante viver correctamente os próximos 7 dias.
O conceito "viver correctamente" tem uma fluidez tudo ou nada semelhante com "depedência económica". Num esforço de interpretação e explicação, posso afiançar que se traduz, de forma sucinta, na tomada de escolhas certas, esperar passivamente o que vem e, sobretudo, dar tudo até ao bofe final.
Há trabalho.
Dá trabalho.
É o princípio do último esforço.
Fora isso, tudo o resto.
Fora isso, tudo o que faz sentido
Qualquer coisa de que me lembrei:
NdR: Este texto não serve propósitos sedutores de atrair leitores.
É indecifrável.
Eventualmente, um ou outr@ lá chegarão.
O conceito "viver correctamente" tem uma fluidez tudo ou nada semelhante com "depedência económica". Num esforço de interpretação e explicação, posso afiançar que se traduz, de forma sucinta, na tomada de escolhas certas, esperar passivamente o que vem e, sobretudo, dar tudo até ao bofe final.
Há trabalho.
Dá trabalho.
É o princípio do último esforço.
Fora isso, tudo o resto.
Fora isso, tudo o que faz sentido
Qualquer coisa de que me lembrei:
NdR: Este texto não serve propósitos sedutores de atrair leitores.
É indecifrável.
Eventualmente, um ou outr@ lá chegarão.
quarta-feira, fevereiro 25, 2009
Somas
É verdade.
Passam 21 meses desde o beijo de despedida.
Para ser franco, o que custou a passar foi todo aquele tempo desde a hora de deitar e o reencontro.
Mas não posso dizer que um único dia, desde então, tenha custado a passar. Desde que a tenho ali, tão perto, tudo voa.
Voa.
Voa.
Voa...
Sangro, todavia, nas horas. Pereço a cada intervalo.
Fazes falta quando não estás.
Desde o primeiro dia.
Passam 21 meses desde o beijo de despedida.
Para ser franco, o que custou a passar foi todo aquele tempo desde a hora de deitar e o reencontro.
Mas não posso dizer que um único dia, desde então, tenha custado a passar. Desde que a tenho ali, tão perto, tudo voa.
Voa.
Voa.
Voa...
Sangro, todavia, nas horas. Pereço a cada intervalo.
Fazes falta quando não estás.
Desde o primeiro dia.
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
A Importância do Entrocamento
Não estou a falar da terra, da localidade. Se por acaso escreveu "Entroncamento" no google, aeiou, sapo, clix, ou outro browser de pesquisa, faça retroceder. Todavia, se não tem assim tanto tempo a perder, pode ler, que hoje é rápido.
Porque raio é que alguém pesquisa sobre o Entrocamento? Ele há cada um...
Não, não o estou a julgar, calma. É uma terra tão bonita. Eis o meu contributo para a sua pesquisa: é centro de fenómenos. Grandes Abóboras, couves, vegetais em geral.
Adiante.
Às vinte horas e trinta e nove minutos do dia vinte e três de Fevereiro do ano de dois mil e nove, o autor percebe que ter família próxima, num grau de parentesco que não se pode definir aqui, sob pena de se perder o encanto da escrita e a crítica camuflada ao estilo cobarde do qual sou tributário, é algo pouco distante da condenação à forca figurada. O que é uma forca figurada? Fica para outro dia. É uma coisa tipo morte literária.
Se fosse (lembro que "fosse" é forma verbal do verbo "ir" e, como tal, é verbo interessante para se colocarem algumas perguntas) ficava irremediavelmente longe daquilo que me dá vida. Precisaria de a transportar comigo para que o Mozart fizesse sentido.
Não fui.
Acho que esta frase diz tudo.
Para esclarecimentos, há messenger e caixa de mail.
Bem-hajam.
Porque raio é que alguém pesquisa sobre o Entrocamento? Ele há cada um...
Não, não o estou a julgar, calma. É uma terra tão bonita. Eis o meu contributo para a sua pesquisa: é centro de fenómenos. Grandes Abóboras, couves, vegetais em geral.
Adiante.
Às vinte horas e trinta e nove minutos do dia vinte e três de Fevereiro do ano de dois mil e nove, o autor percebe que ter família próxima, num grau de parentesco que não se pode definir aqui, sob pena de se perder o encanto da escrita e a crítica camuflada ao estilo cobarde do qual sou tributário, é algo pouco distante da condenação à forca figurada. O que é uma forca figurada? Fica para outro dia. É uma coisa tipo morte literária.
Se fosse (lembro que "fosse" é forma verbal do verbo "ir" e, como tal, é verbo interessante para se colocarem algumas perguntas) ficava irremediavelmente longe daquilo que me dá vida. Precisaria de a transportar comigo para que o Mozart fizesse sentido.
Não fui.
Acho que esta frase diz tudo.
Para esclarecimentos, há messenger e caixa de mail.
Bem-hajam.
sábado, fevereiro 21, 2009
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
É o que dá ficar em casa de manhã...
Todos discutem a eutanásia.
Sobre ela, só podem existir dois pontos de vista: o jurídico e o ético.
Do ponto de vista jurídico, duvido que alguma vez exista eutanasia em Portugal, pelo menos com esta Constituição.
Do ponto de vista ético, haja paciência, mas que ninguém comece a tecer considerações começando com a iluminada frase: " sou contra a eutanásia". Até hoje, não conheci ninguém que fosse a favor. Que eu saiba, quem a solicita está mal. Muito mal. Quem diz isto deve querer convencer alguém que quem estiver em estado vegetativo pode encomendar os serviços da funerária local. A eutanásia não é homicídio.
Coisa diferente, é dizer que se preza a vida acima de tudo. Esse é um dos argumentos que colhe. Não há nada de errado em achar que a vida não pode só ser lida como uma vida de plena saúde e de plena capacidade. Se a vida é santa para alguns, se é algo que está fora do alcance da disponibilidade pessoal, pois bem, é algo que vale o que vale, é posição que tem defensores.
Pessoalmente, não acredito que haja valores absolutos. Todos serão restringidos, devem mesmo sê-lo, muito pela razão de se salvaguardar, em casos em que tal aconteça, a prevalência de outros valores, quiçá superiores.
Neste caso, que é especial, prefiro pensar que a autonomia e vontade humana valem acima de tudo. Com a tomada de decisão de terminar a vida, não se está a afectar a vida de ninguém, não se esta a devassar a privacidade seja de quem for, muito menos se está a privar alguém de algo que lhe é essencial.
Se é verdade que podemos fazer quase tudo o que não vá bulir com a esfera de terceiros, este é um caso, de escola diria, em que a decisão não afectará mais ninguém, senão o próprio.
Problema diferente se colocará quando a decisão não parta do "afectado". Temos o caso italiano, de Eluana. Aí, nada podia ser mais difícil. Até que ponto, estando a senhora na posse de todas as suas capacidades, decidiria pelo fim da sua vida? Quem levanta este caso, pode sempre falar de outros.
Trata-se de um problema de critério. Quando é pode existir uma decisão tomada por alguém que não aquele que pode perder a vida? Qual o critério?
Não tenho, por agora, argumentos nem conhecimentos para avançar com um. Uma boa hipótese passaria por decisões prévias, preventivas, valendo para o futuro, i.e, num momento da vida, haver uma declaração com força vinculativa, algo semelhante a um testamento, de alguém que decidia pela fim da sua vida, em circunstâncias especiais.
Termino como comecei: este assunto "morre" quando passamos os olhos pela lei fundamental. É que se na questão da IVG poder-se-ia levantar a dúvida acerca do começo da vida humana, claramente, neste caso, há vida humana e, como tal, ela "é inviolável".
Sobre ela, só podem existir dois pontos de vista: o jurídico e o ético.
Do ponto de vista jurídico, duvido que alguma vez exista eutanasia em Portugal, pelo menos com esta Constituição.
Do ponto de vista ético, haja paciência, mas que ninguém comece a tecer considerações começando com a iluminada frase: " sou contra a eutanásia". Até hoje, não conheci ninguém que fosse a favor. Que eu saiba, quem a solicita está mal. Muito mal. Quem diz isto deve querer convencer alguém que quem estiver em estado vegetativo pode encomendar os serviços da funerária local. A eutanásia não é homicídio.
Coisa diferente, é dizer que se preza a vida acima de tudo. Esse é um dos argumentos que colhe. Não há nada de errado em achar que a vida não pode só ser lida como uma vida de plena saúde e de plena capacidade. Se a vida é santa para alguns, se é algo que está fora do alcance da disponibilidade pessoal, pois bem, é algo que vale o que vale, é posição que tem defensores.
Pessoalmente, não acredito que haja valores absolutos. Todos serão restringidos, devem mesmo sê-lo, muito pela razão de se salvaguardar, em casos em que tal aconteça, a prevalência de outros valores, quiçá superiores.
Neste caso, que é especial, prefiro pensar que a autonomia e vontade humana valem acima de tudo. Com a tomada de decisão de terminar a vida, não se está a afectar a vida de ninguém, não se esta a devassar a privacidade seja de quem for, muito menos se está a privar alguém de algo que lhe é essencial.
Se é verdade que podemos fazer quase tudo o que não vá bulir com a esfera de terceiros, este é um caso, de escola diria, em que a decisão não afectará mais ninguém, senão o próprio.
Problema diferente se colocará quando a decisão não parta do "afectado". Temos o caso italiano, de Eluana. Aí, nada podia ser mais difícil. Até que ponto, estando a senhora na posse de todas as suas capacidades, decidiria pelo fim da sua vida? Quem levanta este caso, pode sempre falar de outros.
Trata-se de um problema de critério. Quando é pode existir uma decisão tomada por alguém que não aquele que pode perder a vida? Qual o critério?
Não tenho, por agora, argumentos nem conhecimentos para avançar com um. Uma boa hipótese passaria por decisões prévias, preventivas, valendo para o futuro, i.e, num momento da vida, haver uma declaração com força vinculativa, algo semelhante a um testamento, de alguém que decidia pela fim da sua vida, em circunstâncias especiais.
Termino como comecei: este assunto "morre" quando passamos os olhos pela lei fundamental. É que se na questão da IVG poder-se-ia levantar a dúvida acerca do começo da vida humana, claramente, neste caso, há vida humana e, como tal, ela "é inviolável".
terça-feira, fevereiro 10, 2009
These Days
É o título de uma música dos Bon Jovi.
Não gosto especialmente.
Já começo a ficar farto do frio.
De sair do banho de manhã e gelar.
De me vestir com a pressa de quem precisa do calor para sobreviver à intemperie.
De acordar com um céu que ainda não recebeu a manhã luminosa em sua casa.
Fico farto de ficar sem ela, de um dia para o outro.
Se nao estivesse farto disto, palpita-me que também não estaria farto do resto.
Não gosto especialmente.
Já começo a ficar farto do frio.
De sair do banho de manhã e gelar.
De me vestir com a pressa de quem precisa do calor para sobreviver à intemperie.
De acordar com um céu que ainda não recebeu a manhã luminosa em sua casa.
Fico farto de ficar sem ela, de um dia para o outro.
Se nao estivesse farto disto, palpita-me que também não estaria farto do resto.
domingo, fevereiro 08, 2009
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
sábado, janeiro 31, 2009
Vá lá ver...
Realmente, é abaixo de 4.5€, mas também não estamos a falar de uma garrafa de litro, pá!
Eis a prova plena
Eis a prova plena
sexta-feira, janeiro 30, 2009
quarta-feira, janeiro 28, 2009
segunda-feira, janeiro 19, 2009
sexta-feira, janeiro 02, 2009
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