Porque me faz falta;
Porque não é o mesmo sem ela;
Porque é tudo.
quinta-feira, fevereiro 28, 2008
terça-feira, fevereiro 26, 2008
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
Países Vizinhos da Espanha
Acabo de ouvir a intervenção do "Professor do Ano", no Prós e Contras.
Sem tomar partido, sem contribuir para qualquer um dos lados, sem se mostrar capaz de dar uma solução, satisfez toda uma plateia que rejubiliava ao ouvir uma espécie de "Avôzinho" a dizer palavras como "esperança" e "trabalho".
O que é que quis dizer? Havia mensagem?
Por um lado, tem que se dar perspectivas aos docentes, por outro somos todos responsáveis. Em que é que ficamos?
A típica palhaçada foi rematada pela apresentadora, que decerto terá o o reino dos céus.
Sem tomar partido, sem contribuir para qualquer um dos lados, sem se mostrar capaz de dar uma solução, satisfez toda uma plateia que rejubiliava ao ouvir uma espécie de "Avôzinho" a dizer palavras como "esperança" e "trabalho".
O que é que quis dizer? Havia mensagem?
Por um lado, tem que se dar perspectivas aos docentes, por outro somos todos responsáveis. Em que é que ficamos?
A típica palhaçada foi rematada pela apresentadora, que decerto terá o o reino dos céus.
domingo, fevereiro 24, 2008
9
Finda, nesta hora, o tempo suficiente para gerar uma vida humana e trazê-la ao mundo, para que o nascimento se dê e a caminhada pela experiência tenha lugar.
Quantas vezes, em tom de brincadeira, me disse que o "puto ia nascer". Um puto que, mesmo antes de adquirir personalidade jurídica, já ficava no cacifo, já tinha nome de ciclista.
Não se gerou (e agora afastam-se as brincadeiras) vida nenhuma mas mudou-se uma vida que já existia. Mudou-se para melhor. Aprendeu-se, melhorou-se, acima de tudo, aperfeiçoou-se um processo de socialização (terminologia economica à parte) e de integração num meio que só conferia rotina e hábito.
Veio, numa festa, surgir a felicidade constituida pelas mais sedutoras formas humanas, invadir-me daquilo que esperei sempre, daquilo que nunca tive, para nunca mais me deixar voltar a um calvário fornecido pelo 38 que passava ali, onde tudo começou.
Hoje, sei que a festa ainda não acabou, que a música toca, o néctar chega-nos pelas mãos de quem sorri por ver que algo mágico nasce, que a multidão rodeia e observa, atentamente, para ver no que vai dar, para saber qual o desfecho.
Mais ainda: não acabou, porque o primeiro olhar dela, que me afectou tão apaixonadamente, que me tocou tão nuclearmente está lá...
Não acabou. Continuará.
Quantas vezes, em tom de brincadeira, me disse que o "puto ia nascer". Um puto que, mesmo antes de adquirir personalidade jurídica, já ficava no cacifo, já tinha nome de ciclista.
Não se gerou (e agora afastam-se as brincadeiras) vida nenhuma mas mudou-se uma vida que já existia. Mudou-se para melhor. Aprendeu-se, melhorou-se, acima de tudo, aperfeiçoou-se um processo de socialização (terminologia economica à parte) e de integração num meio que só conferia rotina e hábito.
Veio, numa festa, surgir a felicidade constituida pelas mais sedutoras formas humanas, invadir-me daquilo que esperei sempre, daquilo que nunca tive, para nunca mais me deixar voltar a um calvário fornecido pelo 38 que passava ali, onde tudo começou.
Hoje, sei que a festa ainda não acabou, que a música toca, o néctar chega-nos pelas mãos de quem sorri por ver que algo mágico nasce, que a multidão rodeia e observa, atentamente, para ver no que vai dar, para saber qual o desfecho.
Mais ainda: não acabou, porque o primeiro olhar dela, que me afectou tão apaixonadamente, que me tocou tão nuclearmente está lá...
Não acabou. Continuará.
Música para a Semana
Sem explicação.
Ainda não tinha postado nada do cavalheiro.
Pela minha parte, prefiro que não morra ninguém do gang, até porque todos se apaixonaram. (Clara referência ao primeiro verso)
Boa semana
domingo, fevereiro 17, 2008
Música para a Semana
Ando nesta onda, nada a fazer.
Preciso da batida, preciso do clip.
Porque amanhã a Família bate à porta. Apetece-me fingir que não estou em casa.
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
Percursos
Crescer, esse desafio contingente, tem multiplas etapas. Em cada ano, aprender com determinada experiência é crescer. Ou seja, essas fases são inominadas e, portanto, expontâneas, são o que são.
Para se ser adulto, tem que se seguir certo Iter, Iter esse que é próprio de cada um. Tudo redundará numa vida de "crescido".
Como em tudo na vida, nada se faz sozinho. Ficará algo sempre inacabado, sempre por fazer, se não houver a partilha de momentos, de sensações, sobretudo, de memórias do que aconteceu.
Logicamente, a partilha só existe com duas pessoas.
Ter amigos é indispensável. Ninguém sobrevive sem eles. Dão sal e açucar à vida.
Mas não é menos importante ter a pessoa certa ao nosso lado, aquela que completa e fecha o circulo da aprendizagem que tem lugar durante tanto tempo.
Tê-la é o culminar desse crescimento.
Para se ser adulto, tem que se seguir certo Iter, Iter esse que é próprio de cada um. Tudo redundará numa vida de "crescido".
Como em tudo na vida, nada se faz sozinho. Ficará algo sempre inacabado, sempre por fazer, se não houver a partilha de momentos, de sensações, sobretudo, de memórias do que aconteceu.
Logicamente, a partilha só existe com duas pessoas.
Ter amigos é indispensável. Ninguém sobrevive sem eles. Dão sal e açucar à vida.
Mas não é menos importante ter a pessoa certa ao nosso lado, aquela que completa e fecha o circulo da aprendizagem que tem lugar durante tanto tempo.
Tê-la é o culminar desse crescimento.
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Verdades Sobre S.Valentim
Com a pessoa certa, todos os dias são dias dos Namorados.
Comigo têm sido.
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Desalentos momentâneos
3 ideias-base:
- Poucas coisas são tão más como envelhecer;
- Pior que isso é viver com a velhice intra-muros;
- Há que aspirar a melhor.
- Poucas coisas são tão más como envelhecer;
- Pior que isso é viver com a velhice intra-muros;
- Há que aspirar a melhor.
segunda-feira, fevereiro 11, 2008
Música para a Semana
Quando chega o inevitável, há que mexer o dito cujo.
Vem aí todo o trabalho do mundo, trabalho que só verá fim, definitivo, em Agosto. Ora, se estamos em Fevereiro, meio do dito, falta Março, Abril, Maio, Junho e Julho. Páscoa é uma semana para respirar fundo, sendo que o resto é para expirar.
Let's.
domingo, fevereiro 10, 2008
Interrogações
Como perceber?
Passar dias.
Passar tardes.
Sempre no mesmo cumprimento de onda.
Sempre na mesma frequência.
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
domingo, fevereiro 03, 2008
Perspectivas
Acabando de "passar" fotos de câmara fotográfica alheia para o meu computador, sou invadido por duas sensações fortíssimas.
A primeira sensação é nostalgia. Terei passado o melhor fim de semana da minha vida naquela que, para mim, é a capital da europa. Uma cidade recheada de conteúdo, sentimento e história, história própria que, desde então, se entrelaçou com a minha. Ainda que de alguns dias se tratasse, a intensidade jamais poderia ser maior. Cada segundo foi aproveitado como se não houvesse outro e cada olhar recordado como se a eternidade fosse uma pausa para café.
Completa-se uma semana desde a noite em que não se dormiu e a passagem directa, acordado(s), para o aeroporto se fez sem espinhas, pagando menos pelo taxi, do que aquilo que era esperado e quase chorando por chegar uma hora que se queria para mais tarde.
A segunda sensação é de satisfacção. Lamechas ou não, há que dizer que fui para lá com aquela que mais desejava e desejo, hoje mais, hoje tanto. Fui espantado com a articulação e disponibilidade que me mostrou. Uma autêntica felina, que misturava a calma da confiança e a acção da crença, sempre percebendo que a solução viria.
Não é possível ocultar O Facto: a viagem foi ela. Vi monumentos, falei a lingua local com os nativos, coisas que me enchem sempre o ego, mas foi nela que vi o que mais importava.
Será demasiado pessoal para expôr aquilo de que falo.
Ela sabe-o.
Pode ser que um dia deixe de me querer. Pode ser que a vida dê as cambalhotas sempre cinzentas e os desencontros se produzam. Se há certezas, esta é A Certeza: ao mais puro espírito existêncialista, afirmo que perdurará na minha memória enquanto for dono dela. Fará parte do meu imaginário. Ocupará a minha mente quotidianamente, quiçá, ainda mais que hoje.
É no olhar dela que me perco.
É nela que me acho.
Passou uma semana.
A primeira sensação é nostalgia. Terei passado o melhor fim de semana da minha vida naquela que, para mim, é a capital da europa. Uma cidade recheada de conteúdo, sentimento e história, história própria que, desde então, se entrelaçou com a minha. Ainda que de alguns dias se tratasse, a intensidade jamais poderia ser maior. Cada segundo foi aproveitado como se não houvesse outro e cada olhar recordado como se a eternidade fosse uma pausa para café.
Completa-se uma semana desde a noite em que não se dormiu e a passagem directa, acordado(s), para o aeroporto se fez sem espinhas, pagando menos pelo taxi, do que aquilo que era esperado e quase chorando por chegar uma hora que se queria para mais tarde.
A segunda sensação é de satisfacção. Lamechas ou não, há que dizer que fui para lá com aquela que mais desejava e desejo, hoje mais, hoje tanto. Fui espantado com a articulação e disponibilidade que me mostrou. Uma autêntica felina, que misturava a calma da confiança e a acção da crença, sempre percebendo que a solução viria.
Não é possível ocultar O Facto: a viagem foi ela. Vi monumentos, falei a lingua local com os nativos, coisas que me enchem sempre o ego, mas foi nela que vi o que mais importava.
Será demasiado pessoal para expôr aquilo de que falo.
Ela sabe-o.
Pode ser que um dia deixe de me querer. Pode ser que a vida dê as cambalhotas sempre cinzentas e os desencontros se produzam. Se há certezas, esta é A Certeza: ao mais puro espírito existêncialista, afirmo que perdurará na minha memória enquanto for dono dela. Fará parte do meu imaginário. Ocupará a minha mente quotidianamente, quiçá, ainda mais que hoje.
É no olhar dela que me perco.
É nela que me acho.
Passou uma semana.
sábado, fevereiro 02, 2008
Sensações
Vejo, no meu MSN, o nick de um amigo meu. É o título de um livro de Lobo Antunes, "Eu ei de amar uma pedra.
Quando penso nisso, não posso deixar de sentir alguma dor, ainda que psicologica.
É que, quando passar das palavras aos actos, vai doer...
Quando penso nisso, não posso deixar de sentir alguma dor, ainda que psicologica.
É que, quando passar das palavras aos actos, vai doer...
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