...e está tudo na mesma.
Era suposto, não era. Tenho para mim que sim.
Não há reformas abruptas, nem movimentos bruscos. Nada. Life goes easy be me.
Para o ano, o 30 de Novembro não existe. Passamos do 29 para o 1.
Oxalá me engane.
(eis um post que lerei amanhã e nunca saberei do que estou a falar. Digamos que...sei hoje e sei agora)
quarta-feira, dezembro 01, 2010
sexta-feira, novembro 26, 2010
Porque um blogue serve para estas coisas
Não sou rico.
Não tenho aspirações a ser.
Veja eu que o meu trabalho é alvo de gozo e saio.
Dizendo tudo e fazendo nada.
Não tenho aspirações a ser.
Veja eu que o meu trabalho é alvo de gozo e saio.
Dizendo tudo e fazendo nada.
Como para a Lapónia ainda vai uma considerável distância
Vou dizer aquilo que realmente me fazia feliz no Natal (isto vai parecer mesmo à velho...mas vendo bem, novo é que nunca fui):
- Saúde para todos. A família que não está velha, está doente.
- Juventude para alguns. A família que não está doente, está velha.
- Felicidade para ti que, calada e aguentando, lá deixas sair uns desabafos. Sim, para ti. É mesmo de ti que estou a falar.
- Permitir aos meus pais que vivam a vida com o ordenado deles sem que comigo se preocupem.
- Um emprego remunerado que fosse capaz de executar bem.
São cinco coisas. Todas elas, apesar de poucas, impossíveis.
Ou quase.
- Saúde para todos. A família que não está velha, está doente.
- Juventude para alguns. A família que não está doente, está velha.
- Felicidade para ti que, calada e aguentando, lá deixas sair uns desabafos. Sim, para ti. É mesmo de ti que estou a falar.
- Permitir aos meus pais que vivam a vida com o ordenado deles sem que comigo se preocupem.
- Um emprego remunerado que fosse capaz de executar bem.
São cinco coisas. Todas elas, apesar de poucas, impossíveis.
Ou quase.
Voltando ao texto...
Sempre achei que o pior que pode acontecer a alguém é ser uma "fase" na vida de outrém.
Cada vez mais me sinto uma fase.
Acho que, ao fim e ao cabo, nunca fui visto como mais que isso.
Um intervalo, um lapso. Assim uma espécie de suplente que jogou bem e lá o deixaram fazer um segundo jogo a titular, sendo que bem pode sonhar com o terceiro, que nunca há de lá estar.
É. Anda por aí. Em ultima análise, cansam-se de mim.
O que é muito natural. Eu também me canso de mim.
Cada vez mais me sinto uma fase.
Acho que, ao fim e ao cabo, nunca fui visto como mais que isso.
Um intervalo, um lapso. Assim uma espécie de suplente que jogou bem e lá o deixaram fazer um segundo jogo a titular, sendo que bem pode sonhar com o terceiro, que nunca há de lá estar.
É. Anda por aí. Em ultima análise, cansam-se de mim.
O que é muito natural. Eu também me canso de mim.
quinta-feira, novembro 25, 2010
42
Não quero falhar.
Não posso falhar.
Mais uma vez, não sendo nem a primeira nem última, Parabéns a nós.
Porque também há coisas boas.
Não posso falhar.
Mais uma vez, não sendo nem a primeira nem última, Parabéns a nós.
Porque também há coisas boas.
terça-feira, novembro 23, 2010
Só mesmo do Direito.
Come up to meet you,
Tell you I’m sorry,
You don’t know how lovely you are
I had to find you,
Tell you I need you,
Tell you I set you apart
Tell me your secrets,
And ask me your questions,
Aww let’s go back to the start
Runnin’ in circles,
Comin’ our tails,
Heads on the science apart
Nobody said it was easy
It’s such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be this hard
Aww take me back to the start
I was just guessin’,
At numbers and figures,
Pullin’ the puzzles apart
Questions of science,
Science and progress,
Do not speak as loud as my heart
Tell me you love me,
Come back to haunt me,
Oh when I rush to the start Runnin’ in circles,
Chasin’ our tails,
Comin’ back as we are
Nobody said it was easy
Aww It’s such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be so hard
I’m goin’ back to the start
Ahhooooooooooooooooo
Ahhooooooooooooooooo
Ahhooooooooooooooooo
Ahhooooooooooooooooo
Nunca ter aprendido a escrever tem destas coisas: há que recorrer ao outsourcing para expressar seja o que for.
Está batido?
Está gasto?
São so Coldplay e este blogue ainda é o meu.
Não é o Fix you, mas nos dias que correm o efeito é o mesmo.
Tell you I’m sorry,
You don’t know how lovely you are
I had to find you,
Tell you I need you,
Tell you I set you apart
Tell me your secrets,
And ask me your questions,
Aww let’s go back to the start
Runnin’ in circles,
Comin’ our tails,
Heads on the science apart
Nobody said it was easy
It’s such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be this hard
Aww take me back to the start
I was just guessin’,
At numbers and figures,
Pullin’ the puzzles apart
Questions of science,
Science and progress,
Do not speak as loud as my heart
Tell me you love me,
Come back to haunt me,
Oh when I rush to the start Runnin’ in circles,
Chasin’ our tails,
Comin’ back as we are
Nobody said it was easy
Aww It’s such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be so hard
I’m goin’ back to the start
Ahhooooooooooooooooo
Ahhooooooooooooooooo
Ahhooooooooooooooooo
Ahhooooooooooooooooo
Nunca ter aprendido a escrever tem destas coisas: há que recorrer ao outsourcing para expressar seja o que for.
Está batido?
Está gasto?
São so Coldplay e este blogue ainda é o meu.
Não é o Fix you, mas nos dias que correm o efeito é o mesmo.
segunda-feira, novembro 22, 2010
Parafraseando um outro alguém
Não posso ser gente,
Não posso aspirar a existir.
Fora isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Não posso aspirar a existir.
Fora isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
quinta-feira, novembro 18, 2010
Aqui há uns anos, estávamos na biblioteca. Não raras vezes, quotidianamente mesmo, era aquele o nosso espaço de estudo e, ao contrário de tudo o que a deontologia e ética aconselham, de boa conversa.
Fui interpelado:
- Epá, mas não queres ser advogado porquê?
- Tu já viste a responsabilidade? Então vai depender de mim se alguém vai preso? E se faço merda? Se azelho? Lá vai o desgraçado bater com os costados à pildra e eu lá terei de me atirar da ponte.
- Então e pensas que se fores juiz é melhor?
- Se for juiz não sou advogado e continuo a pensar o que penso hoje: a culpa é dos advogados.
A incompetência, o danoninho e eu próprio tratamos de desvirtuar todas as crenças, mezinhas e benzeduras e pronto...hoje, mais que alguém, sou um número que termina com duas letrinhas: LE.
Isto foi esquecido. Pelo menos, tirou umas férias. Deve ter andado lá para Cancun ou mesmo Cuba. Eis que voltou bronzeado.
- Estou sim? É o senhor Y?
- Sou sim.
- Olhe, eu sou seu advogado, estou a ligar da parte de Z, que já falou consigo, gostava que cá viesse, para falarmos um bocado.
- Ok! Mas, oh Doutor, preciso que seja franco comigo. Preciso mesmo de saber.
- Claro, diga.
- Doutor...eu vou preso?
Lá se teve a reunião com o Y. Perguntei-lhe se sabia por que crime estava acusado. Depois perguntei-lhe se sabia da moldura penal.
Quando lhe falei num par foi como se toda a vida dele fosse um grande arrependimento que não matava mas moía. E estava a moe-lo bem.
Disse-lhe para ter calma.
Porra. Sei lá eu o que digo.
Fui interpelado:
- Epá, mas não queres ser advogado porquê?
- Tu já viste a responsabilidade? Então vai depender de mim se alguém vai preso? E se faço merda? Se azelho? Lá vai o desgraçado bater com os costados à pildra e eu lá terei de me atirar da ponte.
- Então e pensas que se fores juiz é melhor?
- Se for juiz não sou advogado e continuo a pensar o que penso hoje: a culpa é dos advogados.
A incompetência, o danoninho e eu próprio tratamos de desvirtuar todas as crenças, mezinhas e benzeduras e pronto...hoje, mais que alguém, sou um número que termina com duas letrinhas: LE.
Isto foi esquecido. Pelo menos, tirou umas férias. Deve ter andado lá para Cancun ou mesmo Cuba. Eis que voltou bronzeado.
- Estou sim? É o senhor Y?
- Sou sim.
- Olhe, eu sou seu advogado, estou a ligar da parte de Z, que já falou consigo, gostava que cá viesse, para falarmos um bocado.
- Ok! Mas, oh Doutor, preciso que seja franco comigo. Preciso mesmo de saber.
- Claro, diga.
- Doutor...eu vou preso?
Lá se teve a reunião com o Y. Perguntei-lhe se sabia por que crime estava acusado. Depois perguntei-lhe se sabia da moldura penal.
Quando lhe falei num par foi como se toda a vida dele fosse um grande arrependimento que não matava mas moía. E estava a moe-lo bem.
Disse-lhe para ter calma.
Porra. Sei lá eu o que digo.
quarta-feira, outubro 27, 2010
terça-feira, outubro 26, 2010
Da Escolha e da Escolha Errada
Eu queria ter seguido um caminho. Tentei segui-lo. Foi por pouco que não o apanhei. Mas, e isso é que conta, não fui capaz.
Retrocesso.
Quando ultimava a minha saída de lá, sempre pensei que isto não ia ser assim. Mas é. Verdadeiramente, é mau. Escamotear é errado. Esconder é feio. Está mau, está injusto.
Hoje sou tratado como o pior estagiário que já teve a vergonha de aparecer naquela igreja-escritório.
Escória.
Reles.
Um verme.
Quando para lá mandei o curriculum, para o sacro-santo-centro, pensei que, ao menos, enquanto o pau vai e vem, as costas folgavam ali. Ainda por cima, não saía completamente da Faculdade, estava num mestrado, pelo que mau não podia ser.
Foi e é.
Sou paranoico. Quero lá saber. Este blogue serve para alguma coisa.
- Desde que lá entrei, em cada 3 conversas que tem comigo, 1 é para dizer que as "médias hoje já não são o que eram na altura" (NdR: Cavaleiro Ferreira acabou com 19. Acho que se licenciou antes daquela gordura frita. Galvão Telles, com quanto foi?)
- Não sou remunerado porque sou distraído.
- Permanentemente arranja desculpas para todas as aberrações jurídicas que profere, fazendo sempre crer que a culpa de ele ter disse o que disse foi dele.
Com este desabafo, queria só dizer uma coisa: não me lembrei que o mestrado ia acabar e que o sonho não passava disso mesmo.
Hoje, que até estava no mood para um estágio...só penso no dia em que aquilo lá há de ter um fim.
Retrocesso.
Quando ultimava a minha saída de lá, sempre pensei que isto não ia ser assim. Mas é. Verdadeiramente, é mau. Escamotear é errado. Esconder é feio. Está mau, está injusto.
Hoje sou tratado como o pior estagiário que já teve a vergonha de aparecer naquela igreja-escritório.
Escória.
Reles.
Um verme.
Quando para lá mandei o curriculum, para o sacro-santo-centro, pensei que, ao menos, enquanto o pau vai e vem, as costas folgavam ali. Ainda por cima, não saía completamente da Faculdade, estava num mestrado, pelo que mau não podia ser.
Foi e é.
Sou paranoico. Quero lá saber. Este blogue serve para alguma coisa.
- Desde que lá entrei, em cada 3 conversas que tem comigo, 1 é para dizer que as "médias hoje já não são o que eram na altura" (NdR: Cavaleiro Ferreira acabou com 19. Acho que se licenciou antes daquela gordura frita. Galvão Telles, com quanto foi?)
- Não sou remunerado porque sou distraído.
- Permanentemente arranja desculpas para todas as aberrações jurídicas que profere, fazendo sempre crer que a culpa de ele ter disse o que disse foi dele.
Com este desabafo, queria só dizer uma coisa: não me lembrei que o mestrado ia acabar e que o sonho não passava disso mesmo.
Hoje, que até estava no mood para um estágio...só penso no dia em que aquilo lá há de ter um fim.
segunda-feira, outubro 25, 2010
41
Este sitio pode já quase não servir para muito, mas tem utilidade para um especial "tudo".
Não é este o meu quadragésimo primeiro obrigado.
Seguramente, não é o quadragésimo primeiro "adoro-te".
Nem o quadragésimo primeiro "venero-te".
É, isso sim, um quadragésimo primeiro motivo para te dizer que és a tal.
Porque és.
Não é este o meu quadragésimo primeiro obrigado.
Seguramente, não é o quadragésimo primeiro "adoro-te".
Nem o quadragésimo primeiro "venero-te".
É, isso sim, um quadragésimo primeiro motivo para te dizer que és a tal.
Porque és.
segunda-feira, outubro 18, 2010
O tempo demora a passar. Mas demora mesmo.
Não estou a falar de dias, nem de horas.
Os meses passam devagar. Os anos parecem tinta a secar numa tempestade de inverno.
Os ponteiro não avançam, nada se dá.
Tenho que mudar de profissão. Acho que morrem sonhos de sociedades conjuntas, amigos a trabalharem no bem comum. Nasci para ser caixa, repositor, empregado de balcão, quiçá empregado de mesa (que ninguém ouse pensar que estou a rebaixar estas profissões! Estou só a dizer que, naturalmente, são muito menos técnicas que as minhas actuais funções...e não necessitam de tanta qualificação)
Não tenho jeito para isto, como tantas vezes terei dito ao E. e à E. Na verdade, nos últimos tempos tenho lutado contra a evidência, mas lutado a sério. Não tenho como fugir à verdade. As coisas são o que são. Isto não é a minha praia.
Só queria acabar isto para ter a sensação do dever cumprido. Depois disto...ninguém sabe. Nem eu.
O tempo demora a passar.
Quem me dera que esse dia fosse amanhã.
(Estou farto daquela realidade. Farto daquela miséria fingida. Farto daquela presunção que não conhece limites. Não tenho outro remédio.)
Não estou a falar de dias, nem de horas.
Os meses passam devagar. Os anos parecem tinta a secar numa tempestade de inverno.
Os ponteiro não avançam, nada se dá.
Tenho que mudar de profissão. Acho que morrem sonhos de sociedades conjuntas, amigos a trabalharem no bem comum. Nasci para ser caixa, repositor, empregado de balcão, quiçá empregado de mesa (que ninguém ouse pensar que estou a rebaixar estas profissões! Estou só a dizer que, naturalmente, são muito menos técnicas que as minhas actuais funções...e não necessitam de tanta qualificação)
Não tenho jeito para isto, como tantas vezes terei dito ao E. e à E. Na verdade, nos últimos tempos tenho lutado contra a evidência, mas lutado a sério. Não tenho como fugir à verdade. As coisas são o que são. Isto não é a minha praia.
Só queria acabar isto para ter a sensação do dever cumprido. Depois disto...ninguém sabe. Nem eu.
O tempo demora a passar.
Quem me dera que esse dia fosse amanhã.
(Estou farto daquela realidade. Farto daquela miséria fingida. Farto daquela presunção que não conhece limites. Não tenho outro remédio.)
quinta-feira, outubro 14, 2010
Razões que me fazem crer que, para o ano, não estamos em recessão...quando muito, quando mesmo muito, estagnamos.
Saíam, volta das 14 horas.
O espaço que separava a porta da rua com a porta do carro não chegava a liquidar-se em 100 metros. Era, claramente, menos.
A conversa era a banal. Entre explicações do caso e a graçola de oportunidades, os três que partilhavam as palavras encontra um cavalheiro a limpar algo.
Era o seu camião "de fazer negócio". Todo ele de um branco angelical. Até ontem à noite. De um momento para o outro, o alvo veículo estava todo "grafitado". Os desenhos não tinham ponto de partido e certamente nunca iriam chegar.
"Viram isto muito branquinho", disse o homem que aplicava a esfregona conta a tinta. "Mas até ficou giro!". Surpresa. Ele ria-se. Achou um piadão. Estava a limpar somente o que achava imperfeito. Aparentemente, aquele acto de vandalismo foi um favor que lhe fizeram.
Os impostos vão aumentar. Muitos deles. Os salários vão descer. Para o ano estamos mais pobres. Vamos sair por cima. Porque vamos ver estes ataques como um grafiti num camião branco. Limpamos o que está a mais e vivemos com o novo desenho. Vamos adorá-lo.
Maldita a hora que inventaram a economia.
O espaço que separava a porta da rua com a porta do carro não chegava a liquidar-se em 100 metros. Era, claramente, menos.
A conversa era a banal. Entre explicações do caso e a graçola de oportunidades, os três que partilhavam as palavras encontra um cavalheiro a limpar algo.
Era o seu camião "de fazer negócio". Todo ele de um branco angelical. Até ontem à noite. De um momento para o outro, o alvo veículo estava todo "grafitado". Os desenhos não tinham ponto de partido e certamente nunca iriam chegar.
"Viram isto muito branquinho", disse o homem que aplicava a esfregona conta a tinta. "Mas até ficou giro!". Surpresa. Ele ria-se. Achou um piadão. Estava a limpar somente o que achava imperfeito. Aparentemente, aquele acto de vandalismo foi um favor que lhe fizeram.
Os impostos vão aumentar. Muitos deles. Os salários vão descer. Para o ano estamos mais pobres. Vamos sair por cima. Porque vamos ver estes ataques como um grafiti num camião branco. Limpamos o que está a mais e vivemos com o novo desenho. Vamos adorá-lo.
Maldita a hora que inventaram a economia.
Razões que me fazem crer que, para o ano, não estamos em recessão...quando muito, quando mesmo muito, estagnamos.
Saíam, volta das 14 horas.
O espaço que
O espaço que
sexta-feira, outubro 08, 2010
Diálogos
- Gostava de ter, ou que existisse, um "eu daqui a um ano". Assim um "eu" que aparecesse aqui agora, vindo dali e que me dissesse qual seria a minha situação daqui por um ano.
- Ahn?
- Pá, do tipo, eu entregava os relatórios e o "eu daqui a um ano" aparecia e dizia o que acontecia.
- Ou podia nem aparecer, porque tavas morto.
- Ahn?
- Pá, do tipo, eu entregava os relatórios e o "eu daqui a um ano" aparecia e dizia o que acontecia.
- Ou podia nem aparecer, porque tavas morto.
quinta-feira, outubro 07, 2010
Situação
Desde ontem, por volta das 17 horas que não tenho nada para fazer, no que a desempenho profissional diz respeito.
Já hoje, passei a manhã a trocar e-mails e telefonemas com determinado fornecedor de serviços informáticos numa tentativa (até agora) infrutífera de lograr arranjo.
Eis que, depois da tarde de ontem e a manhã de hoje surge...a tarde. Fantástico.
Para além de estar a escrever tão mal, como nunca me lembro, devo dizer que é uma tarde especialmente penosa. Está a custar a passar, o que virá a seguir será divino e amanhã já é sexta. Logo, objectivamente, isto não está a ser fácil.
Há multiplas razões. Enumerem-se, a título sumário.
- Não sei o que pensar acerca de saída abrupta do Rui Moreira do programa em que ele costuma comentar qualquer coisa. Por um lado, cada um (António-Pedro Vasconcelos) diz o que bem lhe interessa e se está a desrepeitar a lei, numa hipótese remota, será responsabilizado por isso, pelo que não se vê onde se pode ter tido origem tal acção do comentador afecto ao FCP; Por outro, sei bem o que é gostar de um clube, gostar da massa associativa e da classe dirigente. Também sei o que é não gostar, mas não está aqui em causa isso. Dúvidas, dúvidas...dúvidas (Na verdade, isto não torna a minha tarde má, mas como há falta de réplica ao sucedido nos blogues em geral, apeteceu-me, lá diz a minha irmã);
- Falei, ainda há minutos, com uma colega de escritório. Para quem não sabe, há advogados estagiários que levam uma vida profissionalmente oca e desprovida de sentido. A minha só é oca. Voltando ao texto, a colega foi fazer a pergunta (que pergunta???). Fez a pergunta e a respsta foi má. Não há muitos outros adjectivos que possam servir. Má. Má de maldade. Má de perversa. Má. "O teu trabalho não traz mais-valia ao escritório (...) e o horário não é respeitado" (Something like that). Ora, devo dizer que ando para fazer a mesma pergunta há uma data de tempo. Acho que levaria a mesma resposta.
O que é que me provoca nervos e coisas perifericamente semelhantes? Saber que, há meses, fui confrontar o respondedor com a dúvida da qualidade do meu trabalho e foi-me dito que não estava nada mal.
Também sei que venho a horas, quase sempre primeiro que a secretária, algumas vezes primeiro que ele. Tenho mestrado? Não era o único e por isso não houve consequências.
Então? O que pensar disto tudo?
Pareço uma gaja, tipo Carrie sexo-e-a-cidade e este texto, por isso mesmo, acaba já aqui.
Já hoje, passei a manhã a trocar e-mails e telefonemas com determinado fornecedor de serviços informáticos numa tentativa (até agora) infrutífera de lograr arranjo.
Eis que, depois da tarde de ontem e a manhã de hoje surge...a tarde. Fantástico.
Para além de estar a escrever tão mal, como nunca me lembro, devo dizer que é uma tarde especialmente penosa. Está a custar a passar, o que virá a seguir será divino e amanhã já é sexta. Logo, objectivamente, isto não está a ser fácil.
Há multiplas razões. Enumerem-se, a título sumário.
- Não sei o que pensar acerca de saída abrupta do Rui Moreira do programa em que ele costuma comentar qualquer coisa. Por um lado, cada um (António-Pedro Vasconcelos) diz o que bem lhe interessa e se está a desrepeitar a lei, numa hipótese remota, será responsabilizado por isso, pelo que não se vê onde se pode ter tido origem tal acção do comentador afecto ao FCP; Por outro, sei bem o que é gostar de um clube, gostar da massa associativa e da classe dirigente. Também sei o que é não gostar, mas não está aqui em causa isso. Dúvidas, dúvidas...dúvidas (Na verdade, isto não torna a minha tarde má, mas como há falta de réplica ao sucedido nos blogues em geral, apeteceu-me, lá diz a minha irmã);
- Falei, ainda há minutos, com uma colega de escritório. Para quem não sabe, há advogados estagiários que levam uma vida profissionalmente oca e desprovida de sentido. A minha só é oca. Voltando ao texto, a colega foi fazer a pergunta (que pergunta???). Fez a pergunta e a respsta foi má. Não há muitos outros adjectivos que possam servir. Má. Má de maldade. Má de perversa. Má. "O teu trabalho não traz mais-valia ao escritório (...) e o horário não é respeitado" (Something like that). Ora, devo dizer que ando para fazer a mesma pergunta há uma data de tempo. Acho que levaria a mesma resposta.
O que é que me provoca nervos e coisas perifericamente semelhantes? Saber que, há meses, fui confrontar o respondedor com a dúvida da qualidade do meu trabalho e foi-me dito que não estava nada mal.
Também sei que venho a horas, quase sempre primeiro que a secretária, algumas vezes primeiro que ele. Tenho mestrado? Não era o único e por isso não houve consequências.
Então? O que pensar disto tudo?
Pareço uma gaja, tipo Carrie sexo-e-a-cidade e este texto, por isso mesmo, acaba já aqui.
quinta-feira, setembro 30, 2010
Reservado
Foi hoje.
Se há um ano atrás me tivessem apresentado os textos que hoje entreguei não sei que diria. Se calhar sei. Talvez pensar que foram escritos por mim ajudasse. É isso, vou supor que há um ano me entregavam uns textos escritos por alguém que, diziam, estava numa fase de transição.
Eu lia aquilo. Que diria? Que juízo faria?
Tenho em mim todas as respostas. Tenho em mim as certezas que...ter feito aquilo ou não ter feito nada quase dava o mesmo resultado. Então porque é que fiz? Porque outra não era a minha opção.
Eles lá estão. Jazem numa pilha. Foram entregues. A recepção foi de uma simpatia nunca vista, sobretudo por quem era. Foi simpática. Deu-me conselhos. Disse para ir até ao fim. Tamém disse que 14 era mau e abaixo de 14 era pior.
Depois de dizer isto só me lembrava de HRA, FAB, MBK...NAP...enfim, aqueles com quem aprendi alguma coisa. Quando penso na exclusão das responsabilidades do transportador na CB de 24 fico consciente da minha realidade, do meu campeonato. Digamos...2ª B.
Depois de receber, lá me disse "Boas Férias".
Está aí a resposta a tudo.
Se há um ano atrás me tivessem apresentado os textos que hoje entreguei não sei que diria. Se calhar sei. Talvez pensar que foram escritos por mim ajudasse. É isso, vou supor que há um ano me entregavam uns textos escritos por alguém que, diziam, estava numa fase de transição.
Eu lia aquilo. Que diria? Que juízo faria?
Tenho em mim todas as respostas. Tenho em mim as certezas que...ter feito aquilo ou não ter feito nada quase dava o mesmo resultado. Então porque é que fiz? Porque outra não era a minha opção.
Eles lá estão. Jazem numa pilha. Foram entregues. A recepção foi de uma simpatia nunca vista, sobretudo por quem era. Foi simpática. Deu-me conselhos. Disse para ir até ao fim. Tamém disse que 14 era mau e abaixo de 14 era pior.
Depois de dizer isto só me lembrava de HRA, FAB, MBK...NAP...enfim, aqueles com quem aprendi alguma coisa. Quando penso na exclusão das responsabilidades do transportador na CB de 24 fico consciente da minha realidade, do meu campeonato. Digamos...2ª B.
Depois de receber, lá me disse "Boas Férias".
Está aí a resposta a tudo.
sábado, setembro 25, 2010
2540
Dizia, certo caro, que volto à vida a cada dia 25.
Pois eu digo que só vivo...desde o dia 25.
É.
40 obrigados.
40 nunca me deixes.
40 milhões...de anos contigo.
Pois eu digo que só vivo...desde o dia 25.
É.
40 obrigados.
40 nunca me deixes.
40 milhões...de anos contigo.
quinta-feira, setembro 16, 2010
Hoje (Promoção do Dia)
Hoje, estou inabalavelmente com a auto-estima em alta.
Which means:
- Só eu é que tenho razão;
- Só eu é que sei;
- Só eu só eu;
- Ostracismo a quem não pense o mesmo;
- Tortura a quem se opuser;
- Chapada a quem ousar duvidar.
Disse.
Which means:
- Só eu é que tenho razão;
- Só eu é que sei;
- Só eu só eu;
- Ostracismo a quem não pense o mesmo;
- Tortura a quem se opuser;
- Chapada a quem ousar duvidar.
Disse.
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