quarta-feira, agosto 04, 2010
segunda-feira, agosto 02, 2010
O dia de hoje dava uma música dos Radiohead
Mais especificamente, o "all I need".
Bem, não é a música toda.
Digamos que a toada, neste momento, está abstrata. Como o início do "all I need".
Diria mesmo que a melodia (lyrics and vocals off) estava tipo luva para a mão cheia de tudo que o dia de hoje está a trazer.
Tá bem, este arrazoado de letras cabia no facebook.
Mas o meu blogue ainda é o meu blogue.
Bem, não é a música toda.
Digamos que a toada, neste momento, está abstrata. Como o início do "all I need".
Diria mesmo que a melodia (lyrics and vocals off) estava tipo luva para a mão cheia de tudo que o dia de hoje está a trazer.
Tá bem, este arrazoado de letras cabia no facebook.
Mas o meu blogue ainda é o meu blogue.
domingo, agosto 01, 2010
E agora, qualquer coisa mais séria
O SCP procedeu, neste verão, a duas importantes acções de gestão. A primeira foi, num negócio em que o clube de Alvalade, de que eu sou adepto, só ganha, vender João Moutinho a um rival directo. Ganhou-se dinheiro, minou-se o adversário.
Menos um.
A segunda foi vender Miguel Veloso (todos os grandes da Europa atrás dele...)...ao Génova. Quando um clube com o nome da cidade que representa não consegue ser o melhor do pedaço (Sampdória...) está tudo dito.
Mais do que o dinheiro, venderam-se dois elementos que nunca souberam o valor que tinha.
Mais do que alivio, só se pode sentir com a partida daquelas aves raras uma limpeza no balneário e, se não no balneário, nos zunzuns que se faziam, cada vez que os meninos queriam sair, já não queriam brincar mais ao Sporting.
Ao contrário de Viana, Quaresma, Simão que sairam a bem (e só falo das saídas de imediato e não na carreira subsequente), estas pérolas serviram para degradar o tradicionalmente elevado nível de capital humano que o Sporting tem.
Um grande bem hajam.
Não voltem mais.
Menos um.
A segunda foi vender Miguel Veloso (todos os grandes da Europa atrás dele...)...ao Génova. Quando um clube com o nome da cidade que representa não consegue ser o melhor do pedaço (Sampdória...) está tudo dito.
Mais do que o dinheiro, venderam-se dois elementos que nunca souberam o valor que tinha.
Mais do que alivio, só se pode sentir com a partida daquelas aves raras uma limpeza no balneário e, se não no balneário, nos zunzuns que se faziam, cada vez que os meninos queriam sair, já não queriam brincar mais ao Sporting.
Ao contrário de Viana, Quaresma, Simão que sairam a bem (e só falo das saídas de imediato e não na carreira subsequente), estas pérolas serviram para degradar o tradicionalmente elevado nível de capital humano que o Sporting tem.
Um grande bem hajam.
Não voltem mais.
Se um dia falassemos, só te perguntaria isto (o resto do texto é só um desabafo)
I., somos assim tão importantes para ti?
Se somos, porque é que nos repudiaste? Se somos, porque é que soubeste afastar-nos? Se somos, para quê essa jihad constante? Se somos, porque é que não o dizes? Se somos, pede-nos desculpa.
Mas admito a hipótese de não sermos.
Se não somos, para quê tanta celeuma à volta do que já não te diz respeito? Se não somos, porque é que opinas sobre algo que não te tem de interessar? Se não somos, porque raio havia a nossa agenda social ser assunto entre ti e o teu namorado? Se não somos, para quê tanta página de literatura virtual com dedicatória expressa?
Entendamos-nos. Não havia nem uma alma que não gostasse de ti. Hoje há várias.
Não havia ninguém com mais vontade das tuas piadas e do teu sarcasmo. Hoje ninguém o pode aturar.
Não havia ninguém que te dissesse não. Hoje não encontras ninguém que te diga sim.
Eu sei porque é que veio tudo isto. Sei bem.
Sei quando falas em horário conveniente para funerais.
Sei quando usas e abusas do termo cemitério.
Sei quando se deu tudo isto.
Responsabilizaste as pessoas erradas, as únicas que nunca te viraram a cara.
Por mim, perdeste-te. Para qualquer coisa. Para qualquer lado, para alguém.
Mas, se assim foi, de facto, porque é que continuamos a ser assim tão importantes para ti?
Se somos, porque é que nos repudiaste? Se somos, porque é que soubeste afastar-nos? Se somos, para quê essa jihad constante? Se somos, porque é que não o dizes? Se somos, pede-nos desculpa.
Mas admito a hipótese de não sermos.
Se não somos, para quê tanta celeuma à volta do que já não te diz respeito? Se não somos, porque é que opinas sobre algo que não te tem de interessar? Se não somos, porque raio havia a nossa agenda social ser assunto entre ti e o teu namorado? Se não somos, para quê tanta página de literatura virtual com dedicatória expressa?
Entendamos-nos. Não havia nem uma alma que não gostasse de ti. Hoje há várias.
Não havia ninguém com mais vontade das tuas piadas e do teu sarcasmo. Hoje ninguém o pode aturar.
Não havia ninguém que te dissesse não. Hoje não encontras ninguém que te diga sim.
Eu sei porque é que veio tudo isto. Sei bem.
Sei quando falas em horário conveniente para funerais.
Sei quando usas e abusas do termo cemitério.
Sei quando se deu tudo isto.
Responsabilizaste as pessoas erradas, as únicas que nunca te viraram a cara.
Por mim, perdeste-te. Para qualquer coisa. Para qualquer lado, para alguém.
Mas, se assim foi, de facto, porque é que continuamos a ser assim tão importantes para ti?
terça-feira, julho 27, 2010
Batalha de Bandas
O autor (termo extremamente técnico) está com calor e assinalavelmente entediado.
Vai daí, posta uns videos porque, diga-se e sublinhe-se, não tem o talento e a criatividade de outr@s.
Para hoje, uma batalha de bandas.
Melhor, de uma banda contra uma pessoa singular. Sentido técnico, também.
Para mim, ganha sempre quem estiver mais perto da peninsula ibérica.
Vai daí, posta uns videos porque, diga-se e sublinhe-se, não tem o talento e a criatividade de outr@s.
Para hoje, uma batalha de bandas.
Melhor, de uma banda contra uma pessoa singular. Sentido técnico, também.
Para mim, ganha sempre quem estiver mais perto da peninsula ibérica.
quarta-feira, julho 21, 2010
segunda-feira, julho 19, 2010
terça-feira, julho 13, 2010
sexta-feira, julho 09, 2010
segunda-feira, julho 05, 2010
quarta-feira, junho 30, 2010
Da falha (própria)
7 — São admitidos a exame psicológico de selecção os
candidatos que obtiverem classificação igual ou superior
a 10 valores em todas as provas de conhecimentos que
integram a fase oral.
candidatos que obtiverem classificação igual ou superior
a 10 valores em todas as provas de conhecimentos que
integram a fase oral.
Legislador ordinário
Sublinho: todas.
A bem da verdade, se lá dissesse "alguma das" em vez de "todas" dava exactamente no mesmo.
Disse uma vez o David: "I'll guess i'll try again tomorrow".
terça-feira, maio 25, 2010
Na verdade, o que seria de mim sem ti?
Se fossemos lá por dias, dava qualquer coisa como 1095 dias. Por horas, 26280.
Ainda que sejam contas que não relevem, nem só um bocadinho, a verdade é que quero, preciso, que tripliquem, quadrupliquem, por aí fora.
Estou contigo.
Quando estava a ver a minha sobrevivência académica a ir-se, apareceste.
Quando já via que era impossível seguir para uma vida digna desse epiteto, constaste.
Todas estas palavras são demasiado públicas, bem o sei, mas tenho que encontrar todas as maneiras que tiver ao meu alcance para te elogiar.
Mereces cada verbo.
É grande o teu peso em mim. É determinante a tua influência, o teu efeito.
Como tal, pela bilionésima vez, obrigado.
Por tantos dias,
por óptimas noites,
por todas as horas,
por cada minuto,
por cada beijo,
por cada ajuda,
por cada paciência,
por tudo.
Hoje, como sempre, não te mereço.
Mas, se me escolheste, tentarei fazer de ti a pessoa mais feliz do mundo.
Ainda que sejam contas que não relevem, nem só um bocadinho, a verdade é que quero, preciso, que tripliquem, quadrupliquem, por aí fora.
Estou contigo.
Quando estava a ver a minha sobrevivência académica a ir-se, apareceste.
Quando já via que era impossível seguir para uma vida digna desse epiteto, constaste.
Todas estas palavras são demasiado públicas, bem o sei, mas tenho que encontrar todas as maneiras que tiver ao meu alcance para te elogiar.
Mereces cada verbo.
É grande o teu peso em mim. É determinante a tua influência, o teu efeito.
Como tal, pela bilionésima vez, obrigado.
Por tantos dias,
por óptimas noites,
por todas as horas,
por cada minuto,
por cada beijo,
por cada ajuda,
por cada paciência,
por tudo.
Hoje, como sempre, não te mereço.
Mas, se me escolheste, tentarei fazer de ti a pessoa mais feliz do mundo.
quarta-feira, maio 19, 2010
Memórias
Anda por aí um mail a circular.
Pois anda.
Tem alterações legislativas.
Pois tem.
Uma delas fui eu que fiz, devidamente acompanhado por outra grande jurista.
Pois é.
Da altura em que eu ainda tinha graça.
Pois anda.
Tem alterações legislativas.
Pois tem.
Uma delas fui eu que fiz, devidamente acompanhado por outra grande jurista.
Pois é.
Da altura em que eu ainda tinha graça.
sexta-feira, maio 14, 2010
José Luis Saldanha Sanches 1944-2010
Desapareceu.
Escrevo este post da Bilbioteca da Faculdade de Direito de Lisboa, instituição onde pude tomar contacto com o génio académico.
Só sabendo da sua importância antes e depois da revolução de Abril de 74 através de leituras multiplas, a superioridade intelectual foi vivida e sentida na pele.
Recordo as aulas, os manuais, até uma oral de melhoria, a primeira do meu iter jurídico.
Obnubila-se aquele que era, provavelmente, o mais incompreendido.
A Faculdade já lhe sente a falta desde que saiu.
Com toda a certeza, o mundo está muito mais pobre.
Escrevo este post da Bilbioteca da Faculdade de Direito de Lisboa, instituição onde pude tomar contacto com o génio académico.
Só sabendo da sua importância antes e depois da revolução de Abril de 74 através de leituras multiplas, a superioridade intelectual foi vivida e sentida na pele.
Recordo as aulas, os manuais, até uma oral de melhoria, a primeira do meu iter jurídico.
Obnubila-se aquele que era, provavelmente, o mais incompreendido.
A Faculdade já lhe sente a falta desde que saiu.
Com toda a certeza, o mundo está muito mais pobre.
quarta-feira, maio 12, 2010
Produção jurídica embrionária
Tem existido um sentimento de nostalgia, acho que está bem patente.
Tem-me dado, então, para rever o passado recente, ver o que se passou, o que fiz, sozinho, ou conjuntamente.
Deparei-me com isto.
Lembro-me que foi feita numa mesa da parte cimeira do bar novo da Faculdade de Direito de Lisboa.
Estavam, então, dois junior-juristas sentados, cheios de boas intenções e prontos para o debate.
As semanas de campanha foram do melhor. Naquela instituição de ensino, obviamente, as posições extremavam-se. Dialogar, perceber pontos de vista, rebater argumentos foram exercícios levados a cabo, tanto por mim como pelo colega de blog. Foi mesmo enriquecedor.
Já há algum tempo que não converso com o camarada de painel sobre o tema. Quanto a mim, subscrevo, hoje, a totalidade daquela carta.
Não mudo uma virgula, não altero nem uma letra.
Fico feliz, porque, afinal, nem tudo mudou.
Tem-me dado, então, para rever o passado recente, ver o que se passou, o que fiz, sozinho, ou conjuntamente.
Deparei-me com isto.
Lembro-me que foi feita numa mesa da parte cimeira do bar novo da Faculdade de Direito de Lisboa.
Estavam, então, dois junior-juristas sentados, cheios de boas intenções e prontos para o debate.
As semanas de campanha foram do melhor. Naquela instituição de ensino, obviamente, as posições extremavam-se. Dialogar, perceber pontos de vista, rebater argumentos foram exercícios levados a cabo, tanto por mim como pelo colega de blog. Foi mesmo enriquecedor.
Já há algum tempo que não converso com o camarada de painel sobre o tema. Quanto a mim, subscrevo, hoje, a totalidade daquela carta.
Não mudo uma virgula, não altero nem uma letra.
Fico feliz, porque, afinal, nem tudo mudou.
terça-feira, maio 11, 2010
Digamos que, hoje, tou muita bem disposto
Constantemente.
Ser um desconhecido, o que não é nada mau.
Veremos o que isto dá.
O bom ave maria para vós.
segunda-feira, maio 10, 2010
Um post à Julio Iglésias
Chegou, novamente, aquele momento que é cíclico na minha vida.
O momento em que a continuidade, mais ou menos agradável, conforme a época, acaba, entra uma ruptura colossal, vem a mudança e o passado é mais que certo e fica lá bem arrumado.
Nunca senti tão na pele a importância das minhas palavras.
O momento em que a continuidade, mais ou menos agradável, conforme a época, acaba, entra uma ruptura colossal, vem a mudança e o passado é mais que certo e fica lá bem arrumado.
Nunca senti tão na pele a importância das minhas palavras.
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