sábado, julho 11, 2009

Resolução 1/2009

Há que marcar bairro frequentemente.
Vão todos, vão poucos.
É mister que assim seja.

quinta-feira, junho 25, 2009

Retratos 25

São imagens de um dia que pode ser considerado como dos melhores de sempre.
A viagem foi a Alfama, passando por tantos outros sitios, uns repetidos outros por explorar e descobrir.






Aqui, é clara a ressaca do momento alto da cidade de Lisboa: a noite de St.António. Ainda por limpar, é certo, o charme não escapa.



A cada beco, a cada esquina, um silêncio ia morrendo a cada palavra de algum habitante. A cidade está envelhecida, mas a falta da juventude de outrora não impede o convívio e uma boa conversa.



O explendor é o maior. Ainda que a falta de perícia do fotógrafo seja evidente, deixem que diga que impressiona visitar cada rua e viela. Há todo um património sociológico em cada palavra amiga, em cada expressão e café. Tudo em Lisboa respira.



Tudo isto não faz sentido a não ser...a não ser que seja partilhado. A não ser que haja alguém tão próximo que permita degustar e provar aquilo que provamos.
Na verdade, passam 25 meses desde o dia 25 essencial na existência. Mais do que nascer, o autor completou-se.
A mágia do sentimento misturou-se com a força de uma capital.


Obrigado.

quarta-feira, junho 17, 2009

Tou um lírico de trazer por casa.
Por hoje, chega.

A Economia

A esta hora, há um conjunto de programas no ar a versarem sobre economia.
Aparentemente, o pessoal sabedo que fala.
Penso mesmo que o que está a ser dito em Português teria uma ar muito mais acertivo e correcto em Inglês ou mesmo Polaco.

Na verdade, aposto que há pessoal com fome.
Não daquela que se tem entre o almoço e o jantar.

Aos poucos, a religião faz sentido: há algo de reconfortante em saber que estes trastes terão um lugarzinho no inferno.

Infelizmente, para o autor do blog isso faz tanto sentido como uma viola num enterro.
Diz que vem um Chileno para o Sporting.

De facto, do Chile podemos contar com boas postas de pescada para filetes.
E jogadores?
Durante os últimos minutos tenho estado a escrever.
Há que não levar a forma demasiado a sério.
Também não se dê importância ao conteúdo.
Na verdade, só deste post para a frente é que a coisa se resolve.
Madaleno cumpriu a obrigação a que estava adstricta.
Fiel ao dever, como sempre, exonerou-se de qualquer responsabilidade e entregou os exames que lhe competia corrigir.
Já não deve nada a ninguém.
Provavelmente fará umas orais. Se alguém tiver azar, ainda lhe tocará corrigir uns exames em Julho. Todavia, o que se quer salientar é que já não lhe cabe dizer qual é classificação final de um aluno aquela cadeira.
Sócrates vai repetir a maioria absoluta.
Havia ali um sorriso.

Depois da pergunta fatal como o destino (Dúvidas?), eis que os olhos brilhavam e o sorriso tomava o rosto anteriormente sério.
A certa altura do caminho tortuoso que leva alguns anos a trilhar, pede-se que falemos da boa fé. Não da tutela da confiança. Não da materialidade subjacente. Isso é saber de mais.
Quer-se de menos.
Ali quando faltarem 10 minutos para que a ordem de entrega seja proferida, é suposto que falemos dos agentes da administração pública. É suposto dizer que há qualquer coisa que os vicula, um artigozinho qualquer.
Por outro lado, se dissermos o que é o interesse superior da criança, não estaremos a contribuir para a aprovação de uma cadeira de direito da familia.

Porque não interessa aplicar um regime.
Muito menos importa que até se saiba a matéria que é suposto saber.

Importa ter nascido como a Professora Eunice.
Importa ser a Maya e perceber que a Roda da Fortuna, o Dependurado e a Morte significam qualquer coisa a roçar o científico.

segunda-feira, junho 08, 2009

Eis uma bem reboscada:

Nunca serei um Gordon Brown.

quinta-feira, junho 04, 2009

Ora, voltando ao texto...

Sirvo-me disto para dizer o mesmo de sempre.

A Lei Fundamental costumava ser minha amiga.

Moral da história: Os Romanos é que tinham razão.

segunda-feira, maio 25, 2009

2



A ti.

Obrigado.

Elevada à categoria de Deusa. Guardada no meu coração como fé pessoal.

domingo, maio 24, 2009

Agora me lembro...

...que o fundamentalista professa a boa nova amanhã.
Que não me falte o 24º.

(A última) Música Para a Semana



Dá-lhe, Hermínia!

Mesmo repetindo a ideia (que é como quem diz alguma cadeira) para o ano que virá, verdade verdadinha é que falta uma semaninha de aulas.
Uma. Ao fim de tantas.
Aconteça o que acontecer, já se sabe, é a sina.

Tu podes mentir
Ás leis do teu coração,
Mas, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, quer queiras, quer não
Tens de cumprir a tua sinaaaaaaaaaaaaaaaaaa

(Até mete leis e tudo)

domingo, maio 17, 2009

Saudades



Tudo bem, podia ser algo mais sério, mais profundo, eventualmente uma letra de um autor maior.
Todavia, a esta distância, como não perguntar...isn't she lovely? Course she is.

Por um lado, doi a distância, por outro, amanhã já está comigo, aqui bem perto. Celebre-se

The one.

Saudades tuas...

sábado, maio 16, 2009

Da incapacidade

Havendo um poder judicial paralelo, que julgasse a moral, por exemplo, a sentença teria sido proferida, já há bons tempos.
Não sou capaz.
Falho.
Todos os dias, assim tipo todos os segundos.

Não sirvo.
Não compreendo.
Simplesmente, falho.

Para que sirvo eu afinal?

quarta-feira, maio 13, 2009

A lei fundamental e eu

Cabrão.
Falhado.
Ele.
Eu.

Outrossim.
Outro não.

quarta-feira, maio 06, 2009

Tempos

Chega, por esta altura, o sentimento de saudade que tende a aumentar, que me leva a pensar que todo o tempo com ela não é suficiente.
Também aparecem alguns pretensos ódios de estimação.
Tudo isto existe.
Tudo isto é triste.
Tudo isto é stress.