quarta-feira, junho 17, 2009

Sócrates vai repetir a maioria absoluta.
Havia ali um sorriso.

Depois da pergunta fatal como o destino (Dúvidas?), eis que os olhos brilhavam e o sorriso tomava o rosto anteriormente sério.
A certa altura do caminho tortuoso que leva alguns anos a trilhar, pede-se que falemos da boa fé. Não da tutela da confiança. Não da materialidade subjacente. Isso é saber de mais.
Quer-se de menos.
Ali quando faltarem 10 minutos para que a ordem de entrega seja proferida, é suposto que falemos dos agentes da administração pública. É suposto dizer que há qualquer coisa que os vicula, um artigozinho qualquer.
Por outro lado, se dissermos o que é o interesse superior da criança, não estaremos a contribuir para a aprovação de uma cadeira de direito da familia.

Porque não interessa aplicar um regime.
Muito menos importa que até se saiba a matéria que é suposto saber.

Importa ter nascido como a Professora Eunice.
Importa ser a Maya e perceber que a Roda da Fortuna, o Dependurado e a Morte significam qualquer coisa a roçar o científico.

segunda-feira, junho 08, 2009

Eis uma bem reboscada:

Nunca serei um Gordon Brown.

quinta-feira, junho 04, 2009

Ora, voltando ao texto...

Sirvo-me disto para dizer o mesmo de sempre.

A Lei Fundamental costumava ser minha amiga.

Moral da história: Os Romanos é que tinham razão.

segunda-feira, maio 25, 2009

2



A ti.

Obrigado.

Elevada à categoria de Deusa. Guardada no meu coração como fé pessoal.

domingo, maio 24, 2009

Agora me lembro...

...que o fundamentalista professa a boa nova amanhã.
Que não me falte o 24º.

(A última) Música Para a Semana



Dá-lhe, Hermínia!

Mesmo repetindo a ideia (que é como quem diz alguma cadeira) para o ano que virá, verdade verdadinha é que falta uma semaninha de aulas.
Uma. Ao fim de tantas.
Aconteça o que acontecer, já se sabe, é a sina.

Tu podes mentir
Ás leis do teu coração,
Mas, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, quer queiras, quer não
Tens de cumprir a tua sinaaaaaaaaaaaaaaaaaa

(Até mete leis e tudo)

domingo, maio 17, 2009

Saudades



Tudo bem, podia ser algo mais sério, mais profundo, eventualmente uma letra de um autor maior.
Todavia, a esta distância, como não perguntar...isn't she lovely? Course she is.

Por um lado, doi a distância, por outro, amanhã já está comigo, aqui bem perto. Celebre-se

The one.

Saudades tuas...

sábado, maio 16, 2009

Da incapacidade

Havendo um poder judicial paralelo, que julgasse a moral, por exemplo, a sentença teria sido proferida, já há bons tempos.
Não sou capaz.
Falho.
Todos os dias, assim tipo todos os segundos.

Não sirvo.
Não compreendo.
Simplesmente, falho.

Para que sirvo eu afinal?

quarta-feira, maio 13, 2009

A lei fundamental e eu

Cabrão.
Falhado.
Ele.
Eu.

Outrossim.
Outro não.

quarta-feira, maio 06, 2009

Tempos

Chega, por esta altura, o sentimento de saudade que tende a aumentar, que me leva a pensar que todo o tempo com ela não é suficiente.
Também aparecem alguns pretensos ódios de estimação.
Tudo isto existe.
Tudo isto é triste.
Tudo isto é stress.

domingo, maio 03, 2009

Uma noite...

...em que volto a ter certezas.

Como um click, a tal.

quinta-feira, abril 30, 2009

Fui mais um.
O próximo não será o último.

sábado, abril 25, 2009

A felicidade também pode ser um Dia



Sempre.

Datas

Podia falar em 35.
É importante, foi uma mudança na história, uma mudança valorosa para gerações vindouras.

Para já, falo de 23.
A unidade de tempo é menor.
Todavia, o coração bate com uma intensidade muito maior. São dias e horas que se tratam de ser verdadeiras revoluçõezinhas.

A minha vida mudou.
Agora, não serei um Marcello Caetano que a deixe ser revolucionada de novo.

Obrigado

quinta-feira, abril 16, 2009

Está mais vazia.
A casa.
A gente que nela habita.

quarta-feira, março 25, 2009

22

Há uns tempos, escrevia: "22 dias brutais".
Hoje, são 22 meses.
Tenho a certeza que, quando se atingirem os 22 anos, o tempo terá passado tão depressa como até aqui.
Porque só uma vida assim se vive à velocidade da luz.

Pela vigésima segunda vez,

Obrigado.

segunda-feira, março 09, 2009

O Irrefuctável

Haverá alguma coisa como ele?
No modesto entendimento do autor do post, não.
De facto, a existência pauta-se por objectivos, de menor ou maior monta. Passa pela aplicação de verbos como "querer", "poder", "pagar", esforçar". Da sua perfeita conjugação, o nivel de vida final será aquele que se merece, aquele pelo qual se lutou.

Sou um grande aldrabão.
Fosse isto e a religião acabava.

Realidade: uma espécie de teoria das esferas. Colidindo umas com as outras, chegamos á conclusão que tudo se pode resumir à influência que se tem numa pessoa e na influência delas que deixamos que elas tenham em nós.
Num ponto muito específico, sei que a influência em mim exercida é parecida à do lado negro da força sobre o Luke.
Por outro lado, por mais que tente, sou fungível e a influência que tenho é tudo proporcional ao adjectivo empregue.

Tenho que viver com isto.