segunda-feira, maio 25, 2009

2



A ti.

Obrigado.

Elevada à categoria de Deusa. Guardada no meu coração como fé pessoal.

domingo, maio 24, 2009

Agora me lembro...

...que o fundamentalista professa a boa nova amanhã.
Que não me falte o 24º.

(A última) Música Para a Semana



Dá-lhe, Hermínia!

Mesmo repetindo a ideia (que é como quem diz alguma cadeira) para o ano que virá, verdade verdadinha é que falta uma semaninha de aulas.
Uma. Ao fim de tantas.
Aconteça o que acontecer, já se sabe, é a sina.

Tu podes mentir
Ás leis do teu coração,
Mas, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, quer queiras, quer não
Tens de cumprir a tua sinaaaaaaaaaaaaaaaaaa

(Até mete leis e tudo)

domingo, maio 17, 2009

Saudades



Tudo bem, podia ser algo mais sério, mais profundo, eventualmente uma letra de um autor maior.
Todavia, a esta distância, como não perguntar...isn't she lovely? Course she is.

Por um lado, doi a distância, por outro, amanhã já está comigo, aqui bem perto. Celebre-se

The one.

Saudades tuas...

sábado, maio 16, 2009

Da incapacidade

Havendo um poder judicial paralelo, que julgasse a moral, por exemplo, a sentença teria sido proferida, já há bons tempos.
Não sou capaz.
Falho.
Todos os dias, assim tipo todos os segundos.

Não sirvo.
Não compreendo.
Simplesmente, falho.

Para que sirvo eu afinal?

quarta-feira, maio 13, 2009

A lei fundamental e eu

Cabrão.
Falhado.
Ele.
Eu.

Outrossim.
Outro não.

quarta-feira, maio 06, 2009

Tempos

Chega, por esta altura, o sentimento de saudade que tende a aumentar, que me leva a pensar que todo o tempo com ela não é suficiente.
Também aparecem alguns pretensos ódios de estimação.
Tudo isto existe.
Tudo isto é triste.
Tudo isto é stress.

domingo, maio 03, 2009

Uma noite...

...em que volto a ter certezas.

Como um click, a tal.

quinta-feira, abril 30, 2009

Fui mais um.
O próximo não será o último.

sábado, abril 25, 2009

A felicidade também pode ser um Dia



Sempre.

Datas

Podia falar em 35.
É importante, foi uma mudança na história, uma mudança valorosa para gerações vindouras.

Para já, falo de 23.
A unidade de tempo é menor.
Todavia, o coração bate com uma intensidade muito maior. São dias e horas que se tratam de ser verdadeiras revoluçõezinhas.

A minha vida mudou.
Agora, não serei um Marcello Caetano que a deixe ser revolucionada de novo.

Obrigado

quinta-feira, abril 16, 2009

Está mais vazia.
A casa.
A gente que nela habita.

quarta-feira, março 25, 2009

22

Há uns tempos, escrevia: "22 dias brutais".
Hoje, são 22 meses.
Tenho a certeza que, quando se atingirem os 22 anos, o tempo terá passado tão depressa como até aqui.
Porque só uma vida assim se vive à velocidade da luz.

Pela vigésima segunda vez,

Obrigado.

segunda-feira, março 09, 2009

O Irrefuctável

Haverá alguma coisa como ele?
No modesto entendimento do autor do post, não.
De facto, a existência pauta-se por objectivos, de menor ou maior monta. Passa pela aplicação de verbos como "querer", "poder", "pagar", esforçar". Da sua perfeita conjugação, o nivel de vida final será aquele que se merece, aquele pelo qual se lutou.

Sou um grande aldrabão.
Fosse isto e a religião acabava.

Realidade: uma espécie de teoria das esferas. Colidindo umas com as outras, chegamos á conclusão que tudo se pode resumir à influência que se tem numa pessoa e na influência delas que deixamos que elas tenham em nós.
Num ponto muito específico, sei que a influência em mim exercida é parecida à do lado negro da força sobre o Luke.
Por outro lado, por mais que tente, sou fungível e a influência que tenho é tudo proporcional ao adjectivo empregue.

Tenho que viver com isto.

domingo, março 01, 2009

Semana

É importante viver correctamente os próximos 7 dias.
O conceito "viver correctamente" tem uma fluidez tudo ou nada semelhante com "depedência económica". Num esforço de interpretação e explicação, posso afiançar que se traduz, de forma sucinta, na tomada de escolhas certas, esperar passivamente o que vem e, sobretudo, dar tudo até ao bofe final.
Há trabalho.
Dá trabalho.
É o princípio do último esforço.

Fora isso, tudo o resto.
Fora isso, tudo o que faz sentido

Qualquer coisa de que me lembrei:




NdR: Este texto não serve propósitos sedutores de atrair leitores.
É indecifrável.
Eventualmente, um ou outr@ lá chegarão.

quarta-feira, fevereiro 25, 2009

Somas

É verdade.
Passam 21 meses desde o beijo de despedida.
Para ser franco, o que custou a passar foi todo aquele tempo desde a hora de deitar e o reencontro.

Mas não posso dizer que um único dia, desde então, tenha custado a passar. Desde que a tenho ali, tão perto, tudo voa.
Voa.
Voa.
Voa...

Sangro, todavia, nas horas. Pereço a cada intervalo.
Fazes falta quando não estás.

Desde o primeiro dia.

segunda-feira, fevereiro 23, 2009

A Importância do Entrocamento

Não estou a falar da terra, da localidade. Se por acaso escreveu "Entroncamento" no google, aeiou, sapo, clix, ou outro browser de pesquisa, faça retroceder. Todavia, se não tem assim tanto tempo a perder, pode ler, que hoje é rápido.
Porque raio é que alguém pesquisa sobre o Entrocamento? Ele há cada um...
Não, não o estou a julgar, calma. É uma terra tão bonita. Eis o meu contributo para a sua pesquisa: é centro de fenómenos. Grandes Abóboras, couves, vegetais em geral.
Adiante.


Às vinte horas e trinta e nove minutos do dia vinte e três de Fevereiro do ano de dois mil e nove, o autor percebe que ter família próxima, num grau de parentesco que não se pode definir aqui, sob pena de se perder o encanto da escrita e a crítica camuflada ao estilo cobarde do qual sou tributário, é algo pouco distante da condenação à forca figurada. O que é uma forca figurada? Fica para outro dia. É uma coisa tipo morte literária.
Se fosse (lembro que "fosse" é forma verbal do verbo "ir" e, como tal, é verbo interessante para se colocarem algumas perguntas) ficava irremediavelmente longe daquilo que me dá vida. Precisaria de a transportar comigo para que o Mozart fizesse sentido.
Não fui.

Acho que esta frase diz tudo.
Para esclarecimentos, há messenger e caixa de mail.

Bem-hajam.

sábado, fevereiro 21, 2009

Sempre a manter o nível

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

É o que dá ficar em casa de manhã...

Todos discutem a eutanásia.

Sobre ela, só podem existir dois pontos de vista: o jurídico e o ético.

Do ponto de vista jurídico, duvido que alguma vez exista eutanasia em Portugal, pelo menos com esta Constituição.

Do ponto de vista ético, haja paciência, mas que ninguém comece a tecer considerações começando com a iluminada frase: " sou contra a eutanásia". Até hoje, não conheci ninguém que fosse a favor. Que eu saiba, quem a solicita está mal. Muito mal. Quem diz isto deve querer convencer alguém que quem estiver em estado vegetativo pode encomendar os serviços da funerária local. A eutanásia não é homicídio.

Coisa diferente, é dizer que se preza a vida acima de tudo. Esse é um dos argumentos que colhe. Não há nada de errado em achar que a vida não pode só ser lida como uma vida de plena saúde e de plena capacidade. Se a vida é santa para alguns, se é algo que está fora do alcance da disponibilidade pessoal, pois bem, é algo que vale o que vale, é posição que tem defensores.

Pessoalmente, não acredito que haja valores absolutos. Todos serão restringidos, devem mesmo sê-lo, muito pela razão de se salvaguardar, em casos em que tal aconteça, a prevalência de outros valores, quiçá superiores.

Neste caso, que é especial, prefiro pensar que a autonomia e vontade humana valem acima de tudo. Com a tomada de decisão de terminar a vida, não se está a afectar a vida de ninguém, não se esta a devassar a privacidade seja de quem for, muito menos se está a privar alguém de algo que lhe é essencial.

Se é verdade que podemos fazer quase tudo o que não vá bulir com a esfera de terceiros, este é um caso, de escola diria, em que a decisão não afectará mais ninguém, senão o próprio.

Problema diferente se colocará quando a decisão não parta do "afectado". Temos o caso italiano, de Eluana. Aí, nada podia ser mais difícil. Até que ponto, estando a senhora na posse de todas as suas capacidades, decidiria pelo fim da sua vida? Quem levanta este caso, pode sempre falar de outros.

Trata-se de um problema de critério. Quando é pode existir uma decisão tomada por alguém que não aquele que pode perder a vida? Qual o critério?

Não tenho, por agora, argumentos nem conhecimentos para avançar com um. Uma boa hipótese passaria por decisões prévias, preventivas, valendo para o futuro, i.e, num momento da vida, haver uma declaração com força vinculativa, algo semelhante a um testamento, de alguém que decidia pela fim da sua vida, em circunstâncias especiais.

Termino como comecei: este assunto "morre" quando passamos os olhos pela lei fundamental. É que se na questão da IVG poder-se-ia levantar a dúvida acerca do começo da vida humana, claramente, neste caso, há vida humana e, como tal, ela "é inviolável".