Fui mais um.
O próximo não será o último.
quinta-feira, abril 30, 2009
sábado, abril 25, 2009
Datas
Podia falar em 35.
É importante, foi uma mudança na história, uma mudança valorosa para gerações vindouras.
Para já, falo de 23.
A unidade de tempo é menor.
Todavia, o coração bate com uma intensidade muito maior. São dias e horas que se tratam de ser verdadeiras revoluçõezinhas.
A minha vida mudou.
Agora, não serei um Marcello Caetano que a deixe ser revolucionada de novo.
Obrigado
É importante, foi uma mudança na história, uma mudança valorosa para gerações vindouras.
Para já, falo de 23.
A unidade de tempo é menor.
Todavia, o coração bate com uma intensidade muito maior. São dias e horas que se tratam de ser verdadeiras revoluçõezinhas.
A minha vida mudou.
Agora, não serei um Marcello Caetano que a deixe ser revolucionada de novo.
Obrigado
quinta-feira, abril 16, 2009
quarta-feira, março 25, 2009
22
Há uns tempos, escrevia: "22 dias brutais".
Hoje, são 22 meses.
Tenho a certeza que, quando se atingirem os 22 anos, o tempo terá passado tão depressa como até aqui.
Porque só uma vida assim se vive à velocidade da luz.
Pela vigésima segunda vez,
Obrigado.
Hoje, são 22 meses.
Tenho a certeza que, quando se atingirem os 22 anos, o tempo terá passado tão depressa como até aqui.
Porque só uma vida assim se vive à velocidade da luz.
Pela vigésima segunda vez,
Obrigado.
segunda-feira, março 09, 2009
O Irrefuctável
Haverá alguma coisa como ele?
No modesto entendimento do autor do post, não.
De facto, a existência pauta-se por objectivos, de menor ou maior monta. Passa pela aplicação de verbos como "querer", "poder", "pagar", esforçar". Da sua perfeita conjugação, o nivel de vida final será aquele que se merece, aquele pelo qual se lutou.
Sou um grande aldrabão.
Fosse isto e a religião acabava.
Realidade: uma espécie de teoria das esferas. Colidindo umas com as outras, chegamos á conclusão que tudo se pode resumir à influência que se tem numa pessoa e na influência delas que deixamos que elas tenham em nós.
Num ponto muito específico, sei que a influência em mim exercida é parecida à do lado negro da força sobre o Luke.
Por outro lado, por mais que tente, sou fungível e a influência que tenho é tudo proporcional ao adjectivo empregue.
Tenho que viver com isto.
No modesto entendimento do autor do post, não.
De facto, a existência pauta-se por objectivos, de menor ou maior monta. Passa pela aplicação de verbos como "querer", "poder", "pagar", esforçar". Da sua perfeita conjugação, o nivel de vida final será aquele que se merece, aquele pelo qual se lutou.
Sou um grande aldrabão.
Fosse isto e a religião acabava.
Realidade: uma espécie de teoria das esferas. Colidindo umas com as outras, chegamos á conclusão que tudo se pode resumir à influência que se tem numa pessoa e na influência delas que deixamos que elas tenham em nós.
Num ponto muito específico, sei que a influência em mim exercida é parecida à do lado negro da força sobre o Luke.
Por outro lado, por mais que tente, sou fungível e a influência que tenho é tudo proporcional ao adjectivo empregue.
Tenho que viver com isto.
domingo, março 01, 2009
Semana
É importante viver correctamente os próximos 7 dias.
O conceito "viver correctamente" tem uma fluidez tudo ou nada semelhante com "depedência económica". Num esforço de interpretação e explicação, posso afiançar que se traduz, de forma sucinta, na tomada de escolhas certas, esperar passivamente o que vem e, sobretudo, dar tudo até ao bofe final.
Há trabalho.
Dá trabalho.
É o princípio do último esforço.
Fora isso, tudo o resto.
Fora isso, tudo o que faz sentido
Qualquer coisa de que me lembrei:
NdR: Este texto não serve propósitos sedutores de atrair leitores.
É indecifrável.
Eventualmente, um ou outr@ lá chegarão.
O conceito "viver correctamente" tem uma fluidez tudo ou nada semelhante com "depedência económica". Num esforço de interpretação e explicação, posso afiançar que se traduz, de forma sucinta, na tomada de escolhas certas, esperar passivamente o que vem e, sobretudo, dar tudo até ao bofe final.
Há trabalho.
Dá trabalho.
É o princípio do último esforço.
Fora isso, tudo o resto.
Fora isso, tudo o que faz sentido
Qualquer coisa de que me lembrei:
NdR: Este texto não serve propósitos sedutores de atrair leitores.
É indecifrável.
Eventualmente, um ou outr@ lá chegarão.
quarta-feira, fevereiro 25, 2009
Somas
É verdade.
Passam 21 meses desde o beijo de despedida.
Para ser franco, o que custou a passar foi todo aquele tempo desde a hora de deitar e o reencontro.
Mas não posso dizer que um único dia, desde então, tenha custado a passar. Desde que a tenho ali, tão perto, tudo voa.
Voa.
Voa.
Voa...
Sangro, todavia, nas horas. Pereço a cada intervalo.
Fazes falta quando não estás.
Desde o primeiro dia.
Passam 21 meses desde o beijo de despedida.
Para ser franco, o que custou a passar foi todo aquele tempo desde a hora de deitar e o reencontro.
Mas não posso dizer que um único dia, desde então, tenha custado a passar. Desde que a tenho ali, tão perto, tudo voa.
Voa.
Voa.
Voa...
Sangro, todavia, nas horas. Pereço a cada intervalo.
Fazes falta quando não estás.
Desde o primeiro dia.
segunda-feira, fevereiro 23, 2009
A Importância do Entrocamento
Não estou a falar da terra, da localidade. Se por acaso escreveu "Entroncamento" no google, aeiou, sapo, clix, ou outro browser de pesquisa, faça retroceder. Todavia, se não tem assim tanto tempo a perder, pode ler, que hoje é rápido.
Porque raio é que alguém pesquisa sobre o Entrocamento? Ele há cada um...
Não, não o estou a julgar, calma. É uma terra tão bonita. Eis o meu contributo para a sua pesquisa: é centro de fenómenos. Grandes Abóboras, couves, vegetais em geral.
Adiante.
Às vinte horas e trinta e nove minutos do dia vinte e três de Fevereiro do ano de dois mil e nove, o autor percebe que ter família próxima, num grau de parentesco que não se pode definir aqui, sob pena de se perder o encanto da escrita e a crítica camuflada ao estilo cobarde do qual sou tributário, é algo pouco distante da condenação à forca figurada. O que é uma forca figurada? Fica para outro dia. É uma coisa tipo morte literária.
Se fosse (lembro que "fosse" é forma verbal do verbo "ir" e, como tal, é verbo interessante para se colocarem algumas perguntas) ficava irremediavelmente longe daquilo que me dá vida. Precisaria de a transportar comigo para que o Mozart fizesse sentido.
Não fui.
Acho que esta frase diz tudo.
Para esclarecimentos, há messenger e caixa de mail.
Bem-hajam.
Porque raio é que alguém pesquisa sobre o Entrocamento? Ele há cada um...
Não, não o estou a julgar, calma. É uma terra tão bonita. Eis o meu contributo para a sua pesquisa: é centro de fenómenos. Grandes Abóboras, couves, vegetais em geral.
Adiante.
Às vinte horas e trinta e nove minutos do dia vinte e três de Fevereiro do ano de dois mil e nove, o autor percebe que ter família próxima, num grau de parentesco que não se pode definir aqui, sob pena de se perder o encanto da escrita e a crítica camuflada ao estilo cobarde do qual sou tributário, é algo pouco distante da condenação à forca figurada. O que é uma forca figurada? Fica para outro dia. É uma coisa tipo morte literária.
Se fosse (lembro que "fosse" é forma verbal do verbo "ir" e, como tal, é verbo interessante para se colocarem algumas perguntas) ficava irremediavelmente longe daquilo que me dá vida. Precisaria de a transportar comigo para que o Mozart fizesse sentido.
Não fui.
Acho que esta frase diz tudo.
Para esclarecimentos, há messenger e caixa de mail.
Bem-hajam.
sábado, fevereiro 21, 2009
quinta-feira, fevereiro 12, 2009
É o que dá ficar em casa de manhã...
Todos discutem a eutanásia.
Sobre ela, só podem existir dois pontos de vista: o jurídico e o ético.
Do ponto de vista jurídico, duvido que alguma vez exista eutanasia em Portugal, pelo menos com esta Constituição.
Do ponto de vista ético, haja paciência, mas que ninguém comece a tecer considerações começando com a iluminada frase: " sou contra a eutanásia". Até hoje, não conheci ninguém que fosse a favor. Que eu saiba, quem a solicita está mal. Muito mal. Quem diz isto deve querer convencer alguém que quem estiver em estado vegetativo pode encomendar os serviços da funerária local. A eutanásia não é homicídio.
Coisa diferente, é dizer que se preza a vida acima de tudo. Esse é um dos argumentos que colhe. Não há nada de errado em achar que a vida não pode só ser lida como uma vida de plena saúde e de plena capacidade. Se a vida é santa para alguns, se é algo que está fora do alcance da disponibilidade pessoal, pois bem, é algo que vale o que vale, é posição que tem defensores.
Pessoalmente, não acredito que haja valores absolutos. Todos serão restringidos, devem mesmo sê-lo, muito pela razão de se salvaguardar, em casos em que tal aconteça, a prevalência de outros valores, quiçá superiores.
Neste caso, que é especial, prefiro pensar que a autonomia e vontade humana valem acima de tudo. Com a tomada de decisão de terminar a vida, não se está a afectar a vida de ninguém, não se esta a devassar a privacidade seja de quem for, muito menos se está a privar alguém de algo que lhe é essencial.
Se é verdade que podemos fazer quase tudo o que não vá bulir com a esfera de terceiros, este é um caso, de escola diria, em que a decisão não afectará mais ninguém, senão o próprio.
Problema diferente se colocará quando a decisão não parta do "afectado". Temos o caso italiano, de Eluana. Aí, nada podia ser mais difícil. Até que ponto, estando a senhora na posse de todas as suas capacidades, decidiria pelo fim da sua vida? Quem levanta este caso, pode sempre falar de outros.
Trata-se de um problema de critério. Quando é pode existir uma decisão tomada por alguém que não aquele que pode perder a vida? Qual o critério?
Não tenho, por agora, argumentos nem conhecimentos para avançar com um. Uma boa hipótese passaria por decisões prévias, preventivas, valendo para o futuro, i.e, num momento da vida, haver uma declaração com força vinculativa, algo semelhante a um testamento, de alguém que decidia pela fim da sua vida, em circunstâncias especiais.
Termino como comecei: este assunto "morre" quando passamos os olhos pela lei fundamental. É que se na questão da IVG poder-se-ia levantar a dúvida acerca do começo da vida humana, claramente, neste caso, há vida humana e, como tal, ela "é inviolável".
Sobre ela, só podem existir dois pontos de vista: o jurídico e o ético.
Do ponto de vista jurídico, duvido que alguma vez exista eutanasia em Portugal, pelo menos com esta Constituição.
Do ponto de vista ético, haja paciência, mas que ninguém comece a tecer considerações começando com a iluminada frase: " sou contra a eutanásia". Até hoje, não conheci ninguém que fosse a favor. Que eu saiba, quem a solicita está mal. Muito mal. Quem diz isto deve querer convencer alguém que quem estiver em estado vegetativo pode encomendar os serviços da funerária local. A eutanásia não é homicídio.
Coisa diferente, é dizer que se preza a vida acima de tudo. Esse é um dos argumentos que colhe. Não há nada de errado em achar que a vida não pode só ser lida como uma vida de plena saúde e de plena capacidade. Se a vida é santa para alguns, se é algo que está fora do alcance da disponibilidade pessoal, pois bem, é algo que vale o que vale, é posição que tem defensores.
Pessoalmente, não acredito que haja valores absolutos. Todos serão restringidos, devem mesmo sê-lo, muito pela razão de se salvaguardar, em casos em que tal aconteça, a prevalência de outros valores, quiçá superiores.
Neste caso, que é especial, prefiro pensar que a autonomia e vontade humana valem acima de tudo. Com a tomada de decisão de terminar a vida, não se está a afectar a vida de ninguém, não se esta a devassar a privacidade seja de quem for, muito menos se está a privar alguém de algo que lhe é essencial.
Se é verdade que podemos fazer quase tudo o que não vá bulir com a esfera de terceiros, este é um caso, de escola diria, em que a decisão não afectará mais ninguém, senão o próprio.
Problema diferente se colocará quando a decisão não parta do "afectado". Temos o caso italiano, de Eluana. Aí, nada podia ser mais difícil. Até que ponto, estando a senhora na posse de todas as suas capacidades, decidiria pelo fim da sua vida? Quem levanta este caso, pode sempre falar de outros.
Trata-se de um problema de critério. Quando é pode existir uma decisão tomada por alguém que não aquele que pode perder a vida? Qual o critério?
Não tenho, por agora, argumentos nem conhecimentos para avançar com um. Uma boa hipótese passaria por decisões prévias, preventivas, valendo para o futuro, i.e, num momento da vida, haver uma declaração com força vinculativa, algo semelhante a um testamento, de alguém que decidia pela fim da sua vida, em circunstâncias especiais.
Termino como comecei: este assunto "morre" quando passamos os olhos pela lei fundamental. É que se na questão da IVG poder-se-ia levantar a dúvida acerca do começo da vida humana, claramente, neste caso, há vida humana e, como tal, ela "é inviolável".
terça-feira, fevereiro 10, 2009
These Days
É o título de uma música dos Bon Jovi.
Não gosto especialmente.
Já começo a ficar farto do frio.
De sair do banho de manhã e gelar.
De me vestir com a pressa de quem precisa do calor para sobreviver à intemperie.
De acordar com um céu que ainda não recebeu a manhã luminosa em sua casa.
Fico farto de ficar sem ela, de um dia para o outro.
Se nao estivesse farto disto, palpita-me que também não estaria farto do resto.
Não gosto especialmente.
Já começo a ficar farto do frio.
De sair do banho de manhã e gelar.
De me vestir com a pressa de quem precisa do calor para sobreviver à intemperie.
De acordar com um céu que ainda não recebeu a manhã luminosa em sua casa.
Fico farto de ficar sem ela, de um dia para o outro.
Se nao estivesse farto disto, palpita-me que também não estaria farto do resto.
domingo, fevereiro 08, 2009
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
sábado, janeiro 31, 2009
Vá lá ver...
Realmente, é abaixo de 4.5€, mas também não estamos a falar de uma garrafa de litro, pá!
Eis a prova plena
Eis a prova plena
sexta-feira, janeiro 30, 2009
quarta-feira, janeiro 28, 2009
segunda-feira, janeiro 19, 2009
sexta-feira, janeiro 02, 2009
quarta-feira, dezembro 17, 2008
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